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Polícia registra caso de maus tratos a criança de 1 ano em Brasilândia

Na noite desta sexta- feira (23) a polícia de Brasilândia registrou denúncia de maus tratos contra uma criança de 1 ano e 10 meses, interior de Mato Grosso do Sul. A avó do menino, que procurou as autoridades, relatou que, desde quando nasceu, o neto sofre violência física e não recebe os cuidados dos próprios pais. […]

Arquivo Publicado em 24/09/2011, às 11h37

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Na noite desta sexta- feira (23) a polícia de Brasilândia registrou denúncia de maus tratos contra uma criança de 1 ano e 10 meses, interior de Mato Grosso do Sul. A avó do menino, que procurou as autoridades, relatou que, desde quando nasceu, o neto sofre violência física e não recebe os cuidados dos próprios pais.

Conforme as informações do boletim de ocorrência, os pais seriam alcoólatras e usuários de drogas, e não teriam condições psicológicas para cuidar da criança. A avó relatou ainda que tem outro neto que, inclusive, mora com ela, justamente pelos mesmos fatos se repetirem.

O pai, de 24 anos, teria ido até a cidade de Três Lagoas procurar emprego. Em seguida a mãe da criança, também de 24 anos, também foi e levou o filho, que já estava muito debilitado devido à falta de cuidados dos responsáveis.

A avó, que foi visitar o neto, relatou que encontrou a criança com fome, suja e assustada. Em Três Lagoas, o menino estaria sob cuidados da avó materna (e que também seria alcoólatra). Aproveitando a ausência dos pais, a avó resolveu levar a criança para Brasilândia. Quando os responsáveis chegaram em casa, ficaram revoltadas e teriam ameaçado de morte a senhora que viajou com o bebê.

A avó então procurou a polícia, que acionou o Conselho Tutelar de Brasilândia. Funcionários do órgão foram até o local onde a criança estava e constataram que a criança estava doente, apresentando muita febre e necessitando de exames laboratoriais. O menino foi encaminhado ao Hospital daquela cidade.

Os conselheiros tutelares informaram ainda que os pais da criança pretendem se mudar definitivamente para Três Lagoas para trabalhar em uma carvoaria naquele município. Por esse motivo, os profissionais afirmam que se a criança for levada para o mesmo lugar, correrá risco de morte, pois o local não oferece condições ideais de higiene e saúde.

Jornal Midiamax