Polícia

Bando é preso após tentar implantar “chupa-cabras” para clonar senhas bancárias em Campo Grande

O Garras (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) prendeu no último sábado (19), uma quadrilha especializada em clonagem de cartões bancários. O bando é formado pelos paulistanos Bruno Cesar Figueira, 27 e André Lima de Azevedo, 27, junto com Ailton Nogueira também de 27 anos residente da cidade de Natal (RN). Os três […]

Arquivo Publicado em 21/03/2011, às 15h10

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O Garras (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) prendeu no último sábado (19), uma quadrilha especializada em clonagem de cartões bancários. O bando é formado pelos paulistanos Bruno Cesar Figueira, 27 e André Lima de Azevedo, 27, junto com Ailton Nogueira também de 27 anos residente da cidade de Natal (RN).

Os três foram presos por volta das 19h do sábado no estacionamento de um supermercado na avenida Mato Grosso, onde comprariam um fita dupla face para utilizarem no “chupa-cabras”, que é o aparelho eletrônico utilizado no caixa das agências e clonava senhas bancárias. Neste supermercado a quadrilha também estudava outros caixas, ninguém foi lesado pela quadrilha na Capital.

Nos dias 12 e 13 deste mês, Bruno, André e Ailton tentaram, mas não conseguiram instalar o equipamento em agências bancárias do Banco do Brasil e Sicredi. Após as tentativas, eles foram para São Paulo e retornaram neste final de semana em que foram presos.

Composto de um notebook, teclado falso, celular e um disco rígido, a quadrilha montou uma falsa tela de caixa eletrônico com dispositivo para a inserção do cartão bancário que copiava a senha do cliente. Posteriormente o bando clonava a tarja magnética.

Toda essa parafernália foi apreendida em um hotel onde o bando hospedou-se na Vila Planalto. A polícia investiga a participação de uma quarta pessoa que possa ter financiado as ações.

De posse da senha de vítimas, a ideia do bando era a de fazer compras de produtos eletrônicos na internet, vendê-los e rachar o dinheiro.

Segundo a polícia a quadrilha agia no “ramo” há dois anos e nesse tempo podem ter aplicado golpes em outros estados. Bruno já possui passagem na modalidade.

Todos responderão por formação de quadrilha e tentativa de furto nas três agências.

Jornal Midiamax