Polícia

Briga em cadeia pública deixa um preso ferido em Coxim

O preso Luiz Henrique Gonçalves da Costa, de 46 anos, ficou ferido durante uma briga na cadeia pública de Coxim, na manhã desta quinta-feira (21). Machucado, Costa foi encaminhado ao Hospital Regional Álvaro Fontoura, por policiais militares. Segundo o delegado titular, Bruno Henrique Urban, o preso estava na cela de isolamento, onde tem outros 19 […]

Arquivo Publicado em 21/10/2010, às 14h53

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O preso Luiz Henrique Gonçalves da Costa, de 46 anos, ficou ferido durante uma briga na cadeia pública de Coxim, na manhã desta quinta-feira (21). Machucado, Costa foi encaminhado ao Hospital Regional Álvaro Fontoura, por policiais militares.

Segundo o delegado titular, Bruno Henrique Urban, o preso estava na cela de isolamento, onde tem outros 19 ameaçados. Por enquanto, ninguém assumiu a autoria das agressões, mas a vítima deu os nomes dos autores.

O delegado acredita que presos de outras celas, envolvidos em tráficos de drogas, tenham ordenado a agressão à Costa. Um outro preso, que fica no corredor, teria levado a informação até os detentos que dividiam a cela com Costa.

De acordo com o delegado Amylcar Eduardo Romero, a ordem pode ter partido porque Costa se gabava de estar preso por ter executado o filho de um traficante em São Gabriel do Oeste, o que não é verdade.

Agora, Costa está numa cela provisória, devidamente isolado. Os delegados afirmam que a cadeia pública está superlotada, com capacidade para 24 abriga 70 presos, conforme Urban. O juiz Criminal de Coxim, Cláudio Müller Pareja, pediu em setembro a transferência de Costa para Uberaba (MG), mas até o momento o pedido não foi atendido.

Costa responde a dois processos, da esfera criminal, nas 2ª e 3ª Varas de Uberaba, além de um porte ilegal de arma de fogo no município de Alcinópolis, região norte de Mato Grosso do Sul.

O preso foi detido pela Polícia Civil de Alcinópolis, na região conhecida como Buriti, por conta de um mandado de prisão em aberto. Em Uberaba, Costa matou um homem que era conhecido como “Márcio Tiririca”. No entanto, pelo homicídio já foi expedido alvará de soltura, mas ele permanece preso por conta do porte ilegal.

Jornal Midiamax