Polícia

Após tentativa de fuga, polícia quer saber como serra foi parar em cela

Christian Rampagne Castedo, 35 anos, irmão de Éder Castedo, que segundo a polícia contratou o assassinato de Regina Bueno França, 40, e da cabeleireira Cláudia de Araújo Mugnaine, 34, tentou fugir de uma das celas provisórias da Sexta Delegacia de Polícia, no sábado, 18. Nesta terça-feira (21) a reportagem teve acesso à cela onde Christian […]

Arquivo Publicado em 21/12/2010, às 18h04

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Christian Rampagne Castedo, 35 anos, irmão de Éder Castedo, que segundo a polícia contratou o assassinato de Regina Bueno França, 40, e da cabeleireira Cláudia de Araújo Mugnaine, 34, tentou fugir de uma das celas provisórias da Sexta Delegacia de Polícia, no sábado, 18.

Nesta terça-feira (21) a reportagem teve acesso à cela onde Christian estava detido e também aos objetos que foram encontrados lá dentro pelos policiais plantonistas. A grade da janela que fica próxima ao teto ainda está com uma das barras serradas. Chega ser difícil perceber que há uma ruptura no metal, isto porque foi feito bem próximo ao cimento.

O delegado que investiga sobre o caso das duas mulheres degoladas, Daniel Rodrigues da Silva, revelou que após a tentativa de fuga foi encaminhado um ofício para a Diretoria Geral de polícia Capital informando sobre o ocorrido. “Este é um primeiro passo para que se tome medidas administrativas para saber como os objetos foram parar na cela”, disse.

Os objetos que o delegado mencionou são serras quebradas em vários pedaços, uma chave mixa, canivete e moedas. Depois da descoberta do plano de fuga, Christian foi atuado por dano qualificado ao patrimônio público e tentativa de fuga.

Na cela ao lado estava Alaer Vilhalva da Silva, 22, que veio da cidade de Corumbá. Ele consta como testemunha.

Jornal Midiamax