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Hospital usa drone para transportar rim até paciente que aguardava transplante

Um drone foi usado pela primeira vez para transportar um órgão quer seria usado em um transplante em Baltimore, nos EUA. Um rim foi levado para uma mulher que aguardava procedimento há oito anos. De acordo com o G1, o voo inicial foi curto- uma distância de apenas 5 km- mas de importância significativa para […]

Ana Paula Chuva Publicado em 02/05/2019, às 19h26

 Foto: Universidade de Maryland
Foto: Universidade de Maryland - Foto: Universidade de Maryland

Um drone foi usado pela primeira vez para transportar um órgão quer seria usado em um transplante em Baltimore, nos EUA. Um rim foi levado para uma mulher que aguardava procedimento há oito anos.

De acordo com o G1, o voo inicial foi curto- uma distância de apenas 5 km- mas de importância significativa para uma possível melhora no tempo de transporte para transplantes, que precisam de rapidez por causa da delicadeza do procedimento.

Drones já haviam sido testados pela equipe do médico Joseph Scalea, da Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland, para transportar amostrar de sangue e outros materiais.

Para Scalea, a logística de transporte é muitas vezes a parte mais complicada do processo no transplante de órgãos, já que envolve muitas vezes voos fretados caros ou depende dos horários de voos comerciais. Qualquer atraso no percurso pode inviabilizar um transplante.

Ainda conforme o G1, os pesquisadores desenvolveram seu próprio drone para realizar o projeto, além de uma tecnologia de monitoramento do órgão. Os parâmetros do dispositivo eram enviados diretamente para o celular da equipe de transplante, a fim de entender melhor a localização e o status do órgão.

Vale ressaltar que a estrutura precisava estar dentro das normas estabelecidas pela Administração Federal de Aviação dos EUA, que regula os voos de drones no país.

Segundo a Universidade de Maryland, a paciente Trina Glispy, de 44 anos, recebeu alta e passa bem depois do transplante. “Essa coisa toda é incrível. Anos atrás, isso não era algo em que você pensaria”, disse Glipsy, que estava em diálise desde 2011

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