Mundo

Assassino do Sniper Americano é condenado à prisão perpétua

A defesa tentou demonstrar, em vão, que Routh cometeu os crimes influenciado por delírios próprios da esquizofrenia

Gerciane Alves Publicado em 25/02/2015, às 10h57

None
sniper.jpg

A defesa tentou demonstrar, em vão, que Routh cometeu os crimes influenciado por delírios próprios da esquizofrenia

O ex-fuzileiro naval Eddie Routh, da Marinha dos Estados Unidos, foi condenado à prisão perpétua nesta terça-feira pelos assassinatos de Chris Kyle, o franco-atirador que inspirou o filme “Sniper Americano” de Clint Eastwood, e Chad Littlefield em fevereiro de 2013.

Um júri popular formado por dez mulheres e dois homens declarou Routh culpado após um julgamento de duas semanas realizado na cidade de Stephenville, no estado do Texas.

O ex-militar assassinou Kyle e Littlefield no dia 2 de fevereiro de 2013 em um campo de treinamento de tiro no norte do Texas quando os dois tentavam ajudá-lo com os problemas que sofria após servir no Iraque e no Haiti.

A defesa tentou demonstrar, em vão, que Routh cometeu os crimes influenciado por delírios próprios da esquizofrenia e do estresse pós-traumático que sofreu após o serviço militar, por isso estava fora de si e não sabia o que estava fazendo no dia dos assassinatos.

O julgamento despertou grande interesse midiático já que transcorreu em paralelo ao sucesso nos cinemas do filme “Sniper Americano”, de Clint Eastwood, baseado nas memórias de Kyle.

Kyle serviu na “Navy SEAL”, a unidade de elite da Marinha americana, durante a ocupação do Iraque, e é considerado o franco-atirador mais letal da história do país, com 160 mortes confirmadas.

Jornal Midiamax