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Zorzo e Semy vão se se reunir semana para tratar sobre o Centro de Belas Artes

Iniciada em 2008, as obras do Centro de Belas Artes de Campo Grande, onde começou a ser construída a Estação Rodoviária da Capital há 23 anos, no bairro Cabreúva, ainda vai levar um tempo para terminar. Segundo a diretora-presidente da Fundac (Fundação Municipal de Cultura), Juliana Zorzo, ela se reúne na próxima semana com o […]

Arquivo Publicado em 12/04/2014, às 12h27

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Iniciada em 2008, as obras do Centro de Belas Artes de Campo Grande, onde começou a ser construída a Estação Rodoviária da Capital há 23 anos, no bairro Cabreúva, ainda vai levar um tempo para terminar. Segundo a diretora-presidente da Fundac (Fundação Municipal de Cultura), Juliana Zorzo, ela se reúne na próxima semana com o secretário da Seinthra (Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação) para falar exatamente sobre o Centro.

Recém-empossada na pasta, Juliana, que esteve esta semana em Brasília, conta que aproveitou a viagem e conversou com o deputado federal Fábio Trad, que garantiu que irá disponibilizar emendas para terminar a primeira fase da obra.

Zorzo explica que não há como definir uma data para o fechamento do Centro sem antes conversar com Semy, por isso aguarda a reunião para dar mais detalhes. “Preciso conversar com o Semy e ver essas questões de data. Em relação a prazos da obra depende mais dele”, explica.

Novela

Com investimentos que ultrapassam os R$ 11 milhões, o Centro está parado há anos. Na primeira etapa da construção do Centro de Belas Artes foram investidos R$ 8 milhões e a obra está 84% concluída, conforme informações do site da prefeitura.

Na segunda etapa já foram investidos R$ 3,1 Milhões e a obra está na fase dos 10% da construção. Para concluir a terceira etapa, que inclui revitalização na parte externa, aquisição de equipamentos, construção do teatro e alojamento será necessário aproximadamente R$25 milhões. Desses valores 5% são de contrapartida da administração municipal.

Conforme o projeto original, o Centro teria um orçamento total em torno de R$ 36,1 milhões e terminaria em 2015. Contudo, a última gestão chegou a estudar alteração na obra do Centro de Belas Artes para atender a um pedido dos representantes da cultura de Campo Grande, que pediram a inclusão do ARCA (Arquivo Histórico) do município e uma biblioteca pública no prédio. Com os pedidos de mudanças, mais recursos seriam necessários.

Jornal Midiamax