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Williams diz estar “surpresa” com primeiros trabalhos de Massa na equipe

O engenheiro-chefe de testes da Williams, Rod Nelson, disse que a chegada de Felipe Massa e o desempenho do piloto nos primeiros meses surpreenderam a equipe britânica. O brasileiro deixou a Ferrari em baixa no fim do ano passado após não ter o contrato renovado depois de oito temporadas na equipe de Maranello e ficou […]

Arquivo Publicado em 26/02/2014, às 18h20

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O engenheiro-chefe de testes da Williams, Rod Nelson, disse que a chegada de Felipe Massa e o desempenho do piloto nos primeiros meses surpreenderam a equipe britânica. O brasileiro deixou a Ferrari em baixa no fim do ano passado após não ter o contrato renovado depois de oito temporadas na equipe de Maranello e ficou alguns meses sem um carro para correr em 2014 antes de acertar com o time de Grove.

“Felipe é bom, não comete erros. Ele é um bom negócio para a equipe, tem muita experiência. Eu conheci Alonso muito bem, obviamente, porque estive quatro anos com ele na Renault, e posso dizer que Felipe não é menos esforçado”, disse Nelson, em referência ao fim da trajetória de Massa na escuderia italiana.

Massa marcou tempo em três dos oito dias de testes da Williams até agora. Foi primeiro colocado em um deles, segundo em outro, e terceiro no mais recente, no Bahrein. Não perdeu nenhuma vez para sua ex-equipe, a Ferrari, até agora, um feito que o companheiro Valtteri Bottas ainda não conseguiu este ano, nem o terceiro piloto Felipe Nasr.

O engenheiro elogiou a relação de Massa com os membros da equipe e a dinâmica de trabalho do piloto. “Ele é aberto o suficiente para fazer coisas que talvez não esteja convencido sobre fazer. Ele tem muita mente aberta sobre tudo e você sabe qual sua opinião logo quando fala com ele. E fala com muita honestidade. Eu acho que ele nos surpreendeu, na verdade”, afirmou.

Para Nelson, a experiência de 11 temporadas de Massa na Fórmula 1 está ajudando muito no desenvolvimento da Williams, que passa por uma fase de reestruturação após anos andando nas últimas posições do grid da categoria.

“Você precisa de uma base sólida. No lado da engenharia você precisa de caras que estejam envolvidos e também de um piloto que vá ficar feliz fazendo o trabalho de casa”, concluiu o engenheiro.

Jornal Midiamax