Geral

WhatsApp cresce 74% no País e passa Facebook entre os jovens

WhatsApp foi o aplicativo que mais cresceu no Brasil em 2013, segundo uma recente pesquisa da Nielsen em parceria com a Mobile Marketing Association(MMA), o app de mensagens instantâneas adquirido pelo Facebook por US$ 19 bilhões passou de 53% de uso em setembro de 2013 para 74% em março de 2014. A empresa de pesquisa […]

Arquivo Publicado em 10/04/2014, às 13h54

None

WhatsApp foi o aplicativo que mais cresceu no Brasil em 2013, segundo uma recente pesquisa da Nielsen em parceria com a Mobile Marketing Association(MMA), o app de mensagens instantâneas adquirido pelo Facebook por US$ 19 bilhões passou de 53% de uso em setembro de 2013 para 74% em março de 2014.


A empresa de pesquisa indica também que o WhatsApp ultrapassou o Facebook no acesso via aparelho móveis.


A análise ainda aponta um desenvolvimento de 95% nas vendas mobile ante o ano de 2012. Entre os tablets o aumento foi mais significativo, com crescimento de 312% nas vendas no varejo quando comparado ao ano anterior.


O Android é o sistema operacional com mais penetração no mercado brasileiro, com 73%, seguido do iOS (14%), Windows Phone (8%) e Blackberry (1%). A tecnologia 3G ainda usada por 51,2% das pessoas. O 4G ainda não engrenou, sendo usado por apenas 1,2% dos usuários.


Em dezembro os smartphones superaram os demais celulares em vendas, sendo 55% delas para os smartphones, 22% para celulares multimídia e 23% celulares feature.

Dados por gênero e uso


A pesquisa ainda aponta que as mulheres usam os smartphones mais que os homens, isso em faixa etária mais jovem. Acima dos 50 anos de idade a tendência muda, e os homens passam a liderança no uso dos gadgets.


Os smartphones são usados como principal meio de acesso à internet por 33% das pessoas, sendo que o uso de e-mail e redes sociais nos celulares está empatado, 77% dos usuários veem acessam as duas funções nos celulares. A visualização de vídeos aparece em seguida, com 54% dos donos de celular.


Os dispositivos são usados por 52% das pessoas em um momento de espera (médico, trânsito ou cinema), seguido de antes de dormir (48%) e ao despertar (42%).

Jornal Midiamax