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Vodca e remédios ao lado de professora encontrada morta afastam suspeita de homicídio

Segundo vizinhos, a mulher enfrentava problemas familiares e tomava medicamentos controlados.

Arquivo Publicado em 05/02/2014, às 12h57

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Segundo vizinhos, a mulher enfrentava problemas familiares e tomava medicamentos controlados.

Uma garrafa de vodca e várias cartelas de remédios que foram encontrados ao lado do corpo, reforçam a tese de que a morte da professora Maria Lúcia Freitas Lima, que teve o corpo encontrado na manhã de terça-feira (5), teria sido motivada pela mistura desses ingredientes, sendo descartada a possibilidade de homicídio.

Segundo o delegado Weber Luciano de Medeiros, da 2ª Delegacia, assim que o corpo foi encontrado, foi levantada a possibilidade de homicídio. Mas, com a entrevista de familiares, ficou praticamente descartada esta possibilidade.

De acordo com informações de vizinhos, a professora enfrentava alguns problemas familiares e por conta disso estaria em tratamento, tomando remédios controlados. Quando foi comunicado o seu desaparecimento, os filhos enfatizaram este fato e o encontro dos remédios ao lado do corpo ajudou na identificação.

Nos laudos do Instituto Médico e Odontológico Legal, não foram constatadas fraturas ou sinais de violência. Algumas pessoas deverão ser ouvidas, mas o caso está praticamente encerrado.

Como o corpo estava em adiantado estado de decomposição, o reconhecimento foi feito por meio de peças de roupas que a mulher usava.
Abalados com o encontro do corpo, familiares não se pronunciaram sobre o caso.

Jornal Midiamax