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Vigilantes prometem paralisar transporte de valores nesta quinta-feira no Estado

Em negociações com o Sindicato Patronal, os vigilantes de Mato Grosso do Sul começam hoje uma manifestação com a finalidade de sensibilizar os empregadores a aceitarem as propostas apresentadas. Nesta quarta-feira (5), às 13 horas a categoria fará uma manifestação em frente da agência da Caixa Econômica Federal, na esquina das ruas 13 de Maio […]

Arquivo Publicado em 05/03/2014, às 14h57

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Em negociações com o Sindicato Patronal, os vigilantes de Mato Grosso do Sul começam hoje uma manifestação com a finalidade de sensibilizar os empregadores a aceitarem as propostas apresentadas.

Nesta quarta-feira (5), às 13 horas a categoria fará uma manifestação em frente da agência da Caixa Econômica Federal, na esquina das ruas 13 de Maio com a Cândido Mariano.

Mas será na quinta-feira (6) que o movimento deverá apresentar reflexos para o comércio e população, pois os vigilantes prometem paralisar os trabalhos do transporte de valores nas principais cidades do Estado durante o período da manhã. O protesto está previsto para começar às 7 horas e terminar ao meio-dia.

Segundo o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Campo Grande e Região, Celso Adriano Gomes da Rocha, de 33 anos, no Estado oito mil trabalhadores estão cadastrados como vigilantes e a maioria promete aderir ao protesto.

O dirigente afirma que amanhã está marcada a terceira reunião com a classe patronal, na tentativa de se chegar a um consenso. “Nas duas primeiras rodadas de negociações sentimos que os patrões não demonstraram muito interesse, mas nós estamos fazendo a nossa parte. A nossa primeira pedida foi de reajuste de 16%. Depois baixamos para 9% é isso que estamos pleiteando”, afirmou. Celso Adriano revelou que atualmente o salário-base de um vigilante no Estado é de R$ 902,11

O dirigente ressaltou ainda que para o vigilante de carro forte foi pedido o tíquete- alimentação de R$ 400 mensais, enquanto para o vigilante patronal, a pedida é de um tíquete de R$ 15 por dia trabalhado.Além disso, a categoria quer que seja respeitada  a jornada semanal de 44 horas e  aquilo que ultrapassar seja considerado como hora extra e não mais incluído no banco de horas.

A previsão é que o transporte de valores na quinta-feira, seja paralisado nas cidades de Campo Grande, Três Lagoas,Ponta Porã e Dourados.

Jornal Midiamax