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SP: mãe do menino Joaquim é presa no interior de São Paulo

A mãe do menino Joaquim Marques Pontes, Natália Ponte, denunciada pelo homicídio triplamente qualificado do próprio filho, foi presa neste sábado em São Joaquim da Barra, interior de São Paulo. Ela chegou no início da tarde à cadeia de Franca. As informações são da rádio CBN. A prisão da psicóloga foi decretada pela juíza Lucilene […]

Arquivo Publicado em 04/01/2014, às 21h08

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A mãe do menino Joaquim Marques Pontes, Natália Ponte, denunciada pelo homicídio triplamente qualificado do próprio filho, foi presa neste sábado em São Joaquim da Barra, interior de São Paulo. Ela chegou no início da tarde à cadeia de Franca. As informações são da rádio CBN.

A prisão da psicóloga foi decretada pela juíza Lucilene Aparecida Canela de Mello. Natália estava na casa dos pais, em São Joaquim da Barra, desde que deixou a cadeia de Franca, há pouco mais de três semanas, onde cumpria prisão temporária, de acordo com a Globonews.

Ela foi denunciada pelo Ministério Público junto com padrasto do menino, Guilherme Longo. A polícia e o MP acreditam que Guilherme matou Joaquim dentro da casa onde o menino vivia com ele e sua mãe com uma superdosagem de insulina e depois jogou o corpo num córrego. De acordo com a denúncia, Natália não participou do crime, mas foi omissa, já que conhecia o comportamento agressivo do acusado e não tomou nenhuma atitude para evitar que o crime ocorresse.

Desaparecimento

O corpo de Joaquim foi encontrado no dia 10 de novembro de 2013, nas águas do rio Pardo, no município de Barretos, vizinho de Ribeirão Preto – cidade onde o garoto morava. Um exame preliminar de necropsia apontou que o garoto já estava morto antes de ser jogado no rio, segundo a Polícia Civil. A causa da morte, porém, ainda não foi confirmada.

Desde os primeiros dias do desaparecimento, as buscas foram concentradas na região do córrego Tanquinho e no rio Pardo, onde o córrego deságua. Na quarta-feira, um cão farejador da Polícia Militar realizou o mesmo trajeto ao farejar as roupas do menino e as de seu padrasto.

A Polícia Civil já havia pedido a prisão preventiva da mãe e do padrasto de Joaquim, mas a Justiça havia negado. No domingo, porém, a Justiça concedeu um pedido de prisão temporária dos dois, válido por 30 dias. O menino vivia com a mãe, o padrasto e o irmão, Vitor Hugo.

No boletim do desaparecimento registrado na Polícia Civil, a mãe relatou que acordou por volta das 7h e foi até o quarto da criança, mas não a encontrou. Em seguida, procurou pelos demais cômodos e na vizinhança, também sem sucesso. O garoto vestia uma calça de pijama com bichinhos quando foi visto pela última vez.

Jornal Midiamax