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Secretário explica demora de obras no Centro e instalação de viodemonitoramento

Em audiência pública realizada nesta quarta-feira (18) na Câmara de Campo Grande, o secretário municipal de Infraestrutura, Semy Ferraz, explicou a demora no término de obras no Centro da cidade e a implantação do projeto do videomonitoramento. De acordo com Semy, Houve a liberação de R$ 180 milhões do PAC para a implantação do corredor […]

Arquivo Publicado em 18/06/2014, às 17h37

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Em audiência pública realizada nesta quarta-feira (18) na Câmara de Campo Grande, o secretário municipal de Infraestrutura, Semy Ferraz, explicou a demora no término de obras no Centro da cidade e a implantação do projeto do videomonitoramento.

De acordo com Semy, Houve a liberação de R$ 180 milhões do PAC para a implantação do corredor exclusivo de ônibus na Avenida Calógeras e na Rui Barbosa, com estações pré-pagas. Porém, não há prazo fixo para a obra, ainda é preciso licitar as empresas. O Centro também será contemplado com recapeamento das principais ruas e mais vagas de estacionamento.

Semy também explicou quanto a demora da implementação do videomonitoramento, devido a uma discrepância entre a planilha aprovada pela Caixa e a licitada.

“Com isso foi cancelado. A empresa do certame não aceitou o cancelamento e via Justiça cancelou nova licitação. Abrimos um processo administrativo para ela explicar o porquê apresentou a planilha errada”, argumentou Semy. Ao total, 20 câmeras serão instaladas além de fibra ótica para interligar todos os semáforos do Centro.

Centro de Belas Artes

Quanto ao Centro de Belas Artes, local na lista divulgada pelo Midiamax sobre obras prometidas e não entregues à população em matéria anterior, foi apontada por Semy como uma obra que precisa de reestruturação de projeto, visto que era para ser uma rodoviária anteriormente.

“Precisa de R$ 25 milhões para terminar e mais R$ 2 milhões para o resto da Orla Ferroviária, que também inclui a Rotunda”, afirmou. Outra obra é o prédio do CNEC que, já anunciado, será uma creche com 350 vagas para crianças de 0 a 5 anos”, afirmou.

Outros problemas

Na audiência ainda foram apontados problemas com flanelinhas, moradores de ruas em prédios abandonados, como da antiga rodoviária, falta de onda verde, falta de pintura de meio-fio, placas orientativas, entre outros.

Sobre a linha de ônibus entre a Rodoviária e o Aeroporto e vice e versa, o diretor-presidente da Agetran, Jean Saliba, os estudos estão bastante adiantados. “Viabilidade existe, estamos negociando com a Assetur e a instalação dessa linha deve ocorrer ainda este ano”, ressaltou.

De acordo com a secretária municipal de Políticas e Ações Sociais e Cidadania, Janete Belini Doliveira o acolhimento e encaminhamento dos moradores de rua é um trabalho feito pela secretaria, mas que depende da vontade e da aquiescência dos mesmos.

“Temos esse serviço de acolhimento e proteção social do morador de rua. Sabemos quais são os pontos mais críticos, como o prédio antigo da Agetran, a sede dos Correios e a Rodoviária velha. Fazemos um trabalho social para que ela seja reintegrada, mas não podemos obrigar e ele fica lá na rua porque quer”, afirmou. (Com informações da assessoria da Câmara)

Jornal Midiamax