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Presidente do Barça vê inveja de rivais por Neymar por trás de investigação

O novo presidente do Barcelona, Josep Maria Bartolomeu, disse que a crise provocada pelas denúncias de apropriação indébita de dinheiro na negociação pelo atacante Neymar, em 2013, foi inflada por rivais descontentes com a contratação do craque brasileiro. O escândalo provocou a renúncia do antigo mandatário, Sandro Rosell, e fez com o que o clube […]

Arquivo Publicado em 27/01/2014, às 14h43

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O novo presidente do Barcelona, Josep Maria Bartolomeu, disse que a crise provocada pelas denúncias de apropriação indébita de dinheiro na negociação pelo atacante Neymar, em 2013, foi inflada por rivais descontentes com a contratação do craque brasileiro. O escândalo provocou a renúncia do antigo mandatário, Sandro Rosell, e fez com o que o clube espanhol revelasse os valores do negócio, mantidos sob sigilo absoluto desde o começo.

Bartolomeu disse que não vê más intenções nas denúncias do sócio do clube catalão, Jordi Cases, mas acha que a força do caso veio de Madri. “Fizeram ele voar muito alto para tentar nos causar danos”, afirmou o dirigente, que viu inveja nos rivais.

“Estamos vendo em Madri uma certa beligerância contra o Barça. Parece que custa digerir que tenhamos jogadores como Neymar e Messi, e que o Barcelona tenha dominado esses últimos anos. E o que não se ganha em campo parece que querem ganhar fora deles”, disse Bartolomeu.

O presidente do Barça justificou ainda o motivo do sigilo sobre os valores da contração de Neymar. “A equipe do jogador nos pediu confidencialidade por uma simples razão. O pai dele nos explicou que eles têm uma família muito grande no Brasil e não queriam que soubessem quanto ele ganharia por medo que alguma coisa acontecesse devido à insegurança que existe por lá”, afirmou.

Bartolomeu vai cumprir o mandato de Rosell no comando do Barcelona até 2016. Embora tenha dito que “nunca pensou em chegar à presidência” do clube, o dirigente descartou convocar eleições e vai seguir no cargo pelos próximos dois anos. O novo comandante classificou o caso de Neymar como “uma questão que nos levou ao limite”.

Na semana passada, logo após renunciar, Rosell falou abertamente em “inveja” dos rivais pela contratação de Neymar. “Essa contratação provocou desespero e inveja em alguns de nossos adversários”, disse o ex-presidente.

Jornal Midiamax