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Presidente da Fifa diz que casos de racismo não devem ser punidos com portões fechados

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, disse que as punições para os casos de racismo no futebol deveriam ser diferentes. Para ele, fechar portões ou proibir o público de assistir a um jogo é uma medida “indevidamente excessiva”. Ele considera que os clubes devem ser penalizados no âmbito esportivo, como a perda de pontos na […]

Arquivo Publicado em 17/04/2014, às 14h23

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O presidente da Fifa, Joseph Blatter, disse que as punições para os casos de racismo no futebol deveriam ser diferentes. Para ele, fechar portões ou proibir o público de assistir a um jogo é uma medida “indevidamente excessiva”. Ele considera que os clubes devem ser penalizados no âmbito esportivo, como a perda de pontos na tabela.

“Jogos com portões fechados estão inclusos também no código da Fifa, mas eu acho que essa penalidade é indevidamente excessiva como um instrumento muito duvidosa. Eles representam uma punição coletiva desproporcional. Além disso, ela acaba excluindo torcedores inocentes”, explicou em entrevista.

“Jogos assim prejudicam o próprio futebol. Os causadores do problema que precisam ser punidos. Está claro para mim que os clubes são responsáveis pelos hooligans”, continuou o mandatário máximo da Fifa.
Por fim, ele deu a sua solução para o problema: “Na minha mente, só existe uma saída: sanções esportivas são efetivas. Tem que fazer os clubes se machucarem de verdade. Caso contrário nada vai mudar”.

Jornal Midiamax