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Prefeito quer flexibilizar lei que limitou uso de fachadas em lojas do centro da Capital

As regras para mudanças nas fachadas comerciais da região central de Campo Grande, estabelecidas pela chamada Lei Cidade Limpa, ficarão menos rígidas. Pelo menos é o que pretende o prefeito, Gilmar Olarte, que também está esperançoso para conseguir empréstimo de US$ 56 milhões e dar continuidade ao projeto Reviva Centro. Olarte esteve reunido com comerciantes […]

Arquivo Publicado em 27/03/2014, às 13h48

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As regras para mudanças nas fachadas comerciais da região central de Campo Grande, estabelecidas pela chamada Lei Cidade Limpa, ficarão menos rígidas. Pelo menos é o que pretende o prefeito, Gilmar Olarte, que também está esperançoso para conseguir empréstimo de US$ 56 milhões e dar continuidade ao projeto Reviva Centro.

Olarte esteve reunido com comerciantes na manhã desta quinta-feira, na ACICG (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande). Ele foi ouvir empresários sobre o Reviva Centro e buscar o apoio para o andamento do projeto.

Usando um bordão famoso da área, Olarte disse que “a propaganda é a alma do negócio” e, por isso, é preciso rever o rigor da Lei Cidade Limpa, que delimitou o uso das fachadas comerciais para promoção dos estabelecimentos. Ele não detalhou qual será o tamanho da “flexibilização”, mas, em síntese, revela que não pode ser “como era antes” e nem “tão radical”.

Contador e dono de comércio na Rua 14 de Julho, Olarte  citou o caso de um cliente, cujo faturamento dobrou depois de o comerciante ter instalado propaganda vertical na loja. A aplicação da Lei Cidade Limpa integrou a primeira parte do Reviva Centro, como parte da valorização do monumento histórico da cidade.

Em relação ao empréstimo para obras na região central, que incluem a construção de um calçadão na 14 de Julho, o prefeito demonstrou otimismo. “Se depende da capacidade de endividamento do município, então o dinheiro vai sair”, disse Olarte.

Ao todo, são US$ 56 milhões a serem captados do fundo internacional. Para isso, também é necessária autorização do governo federal.

Jornal Midiamax