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Poetisa e escritora de Campo Grande usa livros para ‘levar paz às pessoas carentes’

A poetisa, escritora e pacifista campo-grandense, Delasnieve Daspet, por meio de trabalho voluntário, prega a paz por meio da poesia. Esse trabalho é levado às escolas, particulares e públicas, bem como instituições de caridade e, até mesmo, em praças públicas. Segundo Delasnieve, a maior recompensa por esse trabalho é a satisfação das pessoas atendidas. “Somos uma gota […]

Arquivo Publicado em 29/08/2014, às 19h05

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A poetisa, escritora e pacifista campo-grandense, Delasnieve Daspet, por meio de trabalho voluntário, prega a paz por meio da poesia. Esse trabalho é levado às escolas, particulares e públicas, bem como instituições de caridade e, até mesmo, em praças públicas.

Segundo Delasnieve, a maior recompensa por esse trabalho é a satisfação das pessoas atendidas. “Somos uma gota no oceano. Tento levar a paz às famílias e as pessoas que mais precisam. Gosto muito do que faço”, ressalta.

Ela informa, ainda, que gosta de explicar às pessoas o significado do verbo pazear. “Tudo começa dentro de si, estabelecendo a harmonia. Friso muito o respeito aos pais, ao colega de trabalho, ao amigo, enfim, o respeito ao próximo”, acentua.

Nesse sentido, a escritora frisa que as pessoas mais reconhecidas dentro da nossa cultura estão ligadas à guerra. “Não vejo nenhuma rua com o nome do Gandhi ou da madre Teresa de Calcutá, porém, é comum vermos nomes dos heróis de guerra”.

De acordo com a assistente social Valmira Garcia de Oliveira, o trabalho feito pela poetisa promove o fortalecimento do vínculo familiar. “Já presenciei o trabalho dela. Ela cita poesias às crianças, ensina danças e promove músicas. Tudo voltado à família e à paz”.

Ainda segundo Valmira, no final de cada apresentação ela distribui, gratuitamente, livros de poesia aos alunos, pais ou ao público em geral.

Para a diretora da Escola Colibri, uma ONG (Organização não Governamental) que atende as pessoas portadoras de deficiência, o trabalho feito por Delasnieve não é comum de ser visto na maioria das pessoas.

“Nós aqui trabalhamos com o público bem carente. Quando a recebemos foi muito produtivo. Não é comum um pessoa dispor de seu tempo e energia assim, gratuitamente”, destaca a diretora.

A Escola Colibri é voltada para atender os portadores de deficiência de variados graus. Atualmente tem capacidade para atender 300 famílias.

Jornal Midiamax