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Pesquisa da CNT aponta Dilma em queda pela terceira vez e avanço de Aécio e Campos

A avaliação positiva do governo Dilma Rousseff caiu de 36,4%, apurado em fevereiro, para 32,9%, aponta a pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta terça-feira (29). Em contrapartida, a avaliação negativa aumentou de 24,8% para 30,6% e a regular diminuiu de 37,9% para 35,9%. O levantamento também apurou o desempenho pessoal da presidente. Neste caso, a queda foi […]

Arquivo Publicado em 29/04/2014, às 21h31

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A avaliação positiva do governo Dilma Rousseff caiu de 36,4%, apurado em fevereiro, para 32,9%, aponta a pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta terça-feira (29). Em contrapartida, a avaliação negativa aumentou de 24,8% para 30,6% e a regular diminuiu de 37,9% para 35,9%.

O levantamento também apurou o desempenho pessoal da presidente. Neste caso, a queda foi de 55% para 47,9%. O índice de desaprovação de Dilma aumentou de 41% para 46,1%.

Conforme divulgado pela CNT, é a terceira queda consecutiva na avaliação do governo federal. Em novembro de 2013, o índice de aprovação era de 58,8% e o de desaprovação, 38,9%.

Esta foi a 118ª edição da pesquisa CNT/MDA. A anterior havia sido feita em fevereiro.

Em relação às intenções de voto no primeiro turno das eleições para presidente, na pesquisa estimulada 37% afirmaram que vão votar na presidente petista. No levantamento anterior o índice apurado foi de 43,7%.

O possível principal concorrente da petista na corrida ao Planalto, senador Aécio Neves (PSDB/MG), obteve 21,6% das intenções de voto, frente a 17% obtidos em fevereiro. Eduardo Campos (PSB), outro presidenciável, subiu de 9,9% para 11,8%.

Se as eleições fossem para o segundo turno, com Dilma e Aécio na disputa, a petista obteria 39,3% dos votos, frente a 29,3% do tucano. Em fevereiro, os números apurados foram 46,6% e 23,4%.

Pesquisa
De 20 a 25 de abril, a Pesquisa CNT/MDA entrevistou 2.002 pessoas, em 24 unidades de federação, nas cinco regiões do país. Também foram avaliados temas como as expectativas dos eleitores sobre temas como economia, inflação, saúde, educação, segurança e emprego. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-00086-2014.

Jornal Midiamax