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Penas de envolvidos em morte de empresário podem passar dos 50 anos, diz delegada

A pena dos envolvidos na morte do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal, de 32 anos, podem ultrapassar os 50 anos de prisão, segundo a delegada responsável pelo caso, Maria de Lourdes Cano, da Delegacia Especializada em Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (Defurv). Thiago Henrique Ribeiro dos Santos, 21 anos, Rafael Diogo e a […]

Arquivo Publicado em 15/04/2014, às 22h07

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A pena dos envolvidos na morte do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal, de 32 anos, podem ultrapassar os 50 anos de prisão, segundo a delegada responsável pelo caso, Maria de Lourdes Cano, da Delegacia Especializada em Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (Defurv).


Thiago Henrique Ribeiro dos Santos, 21 anos, Rafael Diogo e a adolescente de 17 anos foram indiciados por roubo qualificado pela morte da vítima, concurso de pessoa, pelo emprego de arma de fogo, restrição da liberdade da vítima, associação criminosa armada e ocultação de cadáver. Os dois homens ainda irão responder por corrupção de menores e as penas podem chegar até 50 anos de prisão, explica a delegada. A adolescente foi apreendida e encaminhada Unidade Educacional de Internação (Unei), onde poderá ficar até os 21 anos.


Jefferson dos Santos de Souza, que emprestou a arma para Thiago, responderá pelo crime de posse irregular de arma de fogo de uso permitido e associação criminosa. A delegada garante que a arma que foi emprestada é a mesma utilizada na morte de Jadson Diego dos Santos, de25 anos, em fevereiro deste ano. Thiago cometeu o crime para roubar um título de capitalização da vítima.


O funileiro Athaide Pereira dos Santos, que pintou o veículo e disse que não sabia do crime, responderá pelo crime de receptação.


Morte – Erlon foi atraído pela quadrilha no dia 1ª de abril por meio de um anúncio da internet, onde ele havia oferecido um Golf, de cor prata. A vítima se encontrou com um dos suspeitos próximo a uma fábrica de refrigerantes, que fica na saída para São Paulo. O criminoso convenceu o empresário de ir até o bairro São Jorge da Lagoa – área sudoeste da Capital, para mostrar o carro a uma tia, que seria a nova proprietária.


Na casa da adolescente, ele foi morto com um tiro na cabeça. O corpo foi arrastado até o quintal e jogado em uma vala, ao lado da fossa. Por cima, foi colocado lixo. Já o carro, foi levado para uma funilaria, onde foi pintado de branco e as placas trocadas.

Jornal Midiamax