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Parentes e amigos fazem protesto pedindo ‘pena máxima’ para executores de empresário

Amigos do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal vão fazer uma manifestação pedindo Justiça em frente a Prefeitura de Campo Grande neste domingo (13). Eles lutarão contra a impunidade e por mais segurança.

Arquivo Publicado em 12/04/2014, às 20h36

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Amigos do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal vão fazer uma manifestação pedindo Justiça em frente a Prefeitura de Campo Grande neste domingo (13). Eles lutarão contra a impunidade e por mais segurança.

Familiares e amigos do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal, encontrado morto no último domingo (6) em Campo Grande, farão um protesto em frente a prefeitura pedindo ações contra a impunidade e mais segurança na cidade. O evento começa às 8h30 e tem apoio do grupo ‘Mães da Fronteira’.


Na página em homenagem a Erlon no Facebook, o evento já foi curtido por mais de 1,3 mil pessoas e tem mais de 300 compartilhamentos. O ‘Mães da Fronteira’, criado por Lilian Silvestrini e Angela Fernandes, está apoiando a causa porque os seus filhos também foram executados após o roubo de um veículo.


O grupo luta para defender os direitos humanos e é contra a violência e a impunidade no Mato Grosso do Sul e no Brasil. As mães integram a busca por assinaturas a favor da diminuição da maioridade penal de 18 para 16 anos.


Nos dois casos, há menores envolvidos nos crimes. Os filhos de Lilian e Angela, Breno e Leonardo, foram executados com tiros na nuca 30 minutos após o sequestro, na saída de uma casa de shows de Campo Grande, em agosto de 2012.


O principal acusado, Rafael da Costa da Silva, de 18 anos, foi condenado a 42 anos e 4 meses de prisão; Raul de Andrade Pinto o segundo mentor, de 22 anos, teve pena estabelecida pela justiça de 35 anos e 4 meses; Weverson Gonçalves Feitosa, de 22 anos, foi condenado a 36 anos e quatro meses; Dayane Aguirre Clarindo, foi condenada a 24 anos de prisão. Jonilton Jackson Leite de Almeida foi condenado a 32 anos e 10 meses de prisão. Já o acusado Edson Natalício de Oliveira Gomes foi o que teve a menor pena, de 29 anos e 8 meses de prisão.


Os acusados estavam sendo acompanhados por um Fiat Uno, onde supostamente estavam Dayane e o irmão de Rafael, um adolescente de 17 anos.


No caso de Erlon Bernal, uma adolescente de 17 anos, que era sustentada por um homem de 50 anos, emprestou a casa para que o empresário fosse executado e para que os bandidos escondessem o corpo dele em uma fossa.


O empresário foi levado ao local do crime no dia 1° de março, após anunciar a venda de seu veículo, um Golf, pela internet. Ele teria sido atraído para a casa pelos ladrões e foi executado ao entrar na residência.


A página de Erlon na rede social por ser vista aqui. A das Mães da Fronteira, aqui.

Jornal Midiamax