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Para Reinaldo, nomeação de Pedrossian Neto foi para desfalcar o PSDB

Maior liderança do PSDB em Mato Grosso do Sul, o deputado federal Reinaldo Azambuja diz acreditar que a nomeação de Pedro Pedrossian Neto para a Seprotur (Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo) pelo governador André Puccinelli teve o objetivo de desfalcar o partido nas eleições. Neto […]

Arquivo Publicado em 08/03/2014, às 11h44

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Maior liderança do PSDB em Mato Grosso do Sul, o deputado federal Reinaldo Azambuja diz acreditar que a nomeação de Pedro Pedrossian Neto para a Seprotur (Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo) pelo governador André Puccinelli teve o objetivo de desfalcar o partido nas eleições. Neto era pré-candidato a deputado estadual.

“Ele era possível pré-candidato nosso. Quem tem o poder, tem para cooptar. Aqui na prefeitura da Capital fizeram o mesmo, retiraram candidatos para vereador como o Miltinho e o Tostão. É a mesma tática. Quem tem poder, está cooptando”, analisou.

Para Reinaldo, no entanto, a tática é ultrapassada e não dá resultados. Um exemplo disso, na opinião dele, foi a disputa pela Prefeitura de Campo Grande, quando o PMDB perdeu o comando da cidade.

Neto não foi indicado pelo PSDB, mas teve o aval do partido. O deputado federal tucano explicou que Pedro Pedrossian Neto conversou com o presidente do partido, deputado Márcio Monteiro, e com ele antes de tomar a decisão. “Foi uma decisão pessoal, sem nenhuma interferência. Ele conversou com Márcio e comigo e a gente disse que era de foro íntimo”.

Para as eleições deste ano, Reinaldo Azambuja estuda a possibilidade de ser candidato a senador, na chapa encabeçada pelo senador Delcídio do Amaral (PT), ou a governador. Para ser candidato na chapa do petista, ele aguarda definições das direções nacionais dos partidos, que são rivais.

Já sobre uma coligação com o PMDB, Reinaldo Azambuja considera muito difícil. “Acho que o PMDB envelheceu. Não gostaria de ficar com quem não evoluiu. Um dos exemplos é cooptação, a truculência. É a política do passado”, disse.

Jornal Midiamax