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Oswaldo repete média e faz do Santos melhor ataque do País

Melhor ataque do País em 2014 junto do Goiás, o Santos tem a cara técnico Oswaldo de Oliveira. O resgate do “DNA ofensivo” da equipe responsável por 25 gols nas 11 primeiras partidas em 2014, média de 2,27 por jogo, não é obra do acaso. Com o Botafogo, o treinador teve nas duas temporadas o […]

Arquivo Publicado em 01/03/2014, às 11h14

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Melhor ataque do País em 2014 junto do Goiás, o Santos tem a cara técnico Oswaldo de Oliveira. O resgate do “DNA ofensivo” da equipe responsável por 25 gols nas 11 primeiras partidas em 2014, média de 2,27 por jogo, não é obra do acaso. Com o Botafogo, o treinador teve nas duas temporadas o melhor ataque do Campeonato Carioca, com 40 e 45 gols, além de média significativa no Brasileiro.


No Santos, a volta da ofensividade passa pela ascensão de nomes inesperados em um time que contratou só três reforços, dois atacantes, mas brilha mesmo com o protagonista Cícero e garotos.


A começar por Geuvânio. O jovem pintou na reta final do último Campeonato Brasileiro apenas como um jogador interessante taticamente, mas agora vestiu a condição de um quase protagonista com o treinador. Geuvânio ganhou a camisa 10 e virou o mais efetivo da nova era do comandante à frente do clube: cinco gols e seis assistências.


Os “bons” problemas de Oswaldo ocorrem devido à ascensão de outro jovem. Gabriel Barbosa, autor também de cinco gols no ano, para quem o treinador armou novo posicionamento. Gabigol ganhou chance na função ocupada por Cícero, de municiar o ataque com liberdade, e recuou o camisa 8 para atuar como volante. Assim, a equipe foi avassaladora e venceu o Bragantino por 5 a 0.


Goleador santista em 2013 com 24 gols marcados, o meia Cícero segue na mesma toada e já anotou outros cinco. Até quando é volante, como na quinta passada frente ao Bragantino, ele vai às redes como protagonista de um ataque que ainda pode melhorar.


O Santos aguarda pacientemente para que Leandro Damião decole. A contratação mais cara da história do futebol brasileiro, cerca de R$ 42 milhões, marcou duas vezes em seis partidas e fez direcionados elogios ao treinador, de quem recebeu defesas públicas e até lobby para uma convocação para a Seleção Brasileira.


A equipe que já tem desempenho ofensivo similar aos da época Ganso e Neymar, porém, ainda vê o ímpeto secar longe da Vila Belmiro, onde marcou 20, exatos 80%, dos gols na atual temporada.

Jornal Midiamax