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ONG afirma que não foi acionada para resgate e relata dificuldade para socorrer animais

A Associação de Proteção Animal Sueli Craveiro (ONG Cão Feliz) afirmou não ter sido acionada para atender o cachorro atropelado na manhã desta terça-feira (16) no Bairro Aero Rancho, região sul de Campo Grande. Mesmo com todas as dificuldades, a fundadora da ONG garante que nunca deixaria de atender um animal naquela situação. De acordo […]

Arquivo Publicado em 17/09/2014, às 12h00

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A Associação de Proteção Animal Sueli Craveiro (ONG Cão Feliz) afirmou não ter sido acionada para atender o cachorro atropelado na manhã desta terça-feira (16) no Bairro Aero Rancho, região sul de Campo Grande. Mesmo com todas as dificuldades, a fundadora da ONG garante que nunca deixaria de atender um animal naquela situação.

De acordo com Kelly Cristina Macedo, presidente fundadora da Cão Feliz, ela só teve conhecimento do caso após um amiga avisá-la. “Algumas pessoas me ligaram e questionaram o porquê não resgatamos o animal, mas eu não sabia, por sorte acreditaram em mim”, lembra.

Kelly diz que hoje a instituição abriga 74 animais, capacidade máxima de atendimento. Ainda assim garante que não abriria mão de salvar o cachorro. “Eu não posso fazer o resgate, mas se tivesse me ligado eu arrumaria uma maneira de ajudar”, afirma.

“Aqui temos vários animais que foram atropelados, tenho uma cadelinha de 6 meses que precisou ter uma perninha amputada e uma de mais de 1 ano na mesma situação”, diz.

A ONG sobrevive apenas de doações, que além de bancar a alimentação e cuidados dos cachorros, é usada para pagar contas de água, luz e aluguel e também para manter a clínica. “Temos uma dívida de 35 mil para pagar”, expõe Kelly.

Serviço

Quem se interessar em ajudar a ONG deve entrar em contato pelo número (67) 8419-1827.



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