Nelsinho diz que Delcídio não poderá acusar adversário de “baixar nível” da campanha

O candidato ao governo, ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), disse que o senador Delcídio do Amaral (PT), seu concorrente na disputa eleitoral, não poderá acusar os adversários de “baixarem o nível da campanha” depois da denúncia que cita o petista em suposta fraude na CPI da Petrobras. “Foi uma denúncia nacional. Quem está […]
| 03/08/2014
- 18:27
Nelsinho diz que Delcídio não poderá acusar adversário de “baixar nível” da campanha

O candidato ao governo, ex-prefeito de Campo Grande, (PMDB), disse que o senador Delcídio do Amaral (PT), seu concorrente na disputa eleitoral, não poderá acusar os adversários de “baixarem o nível da campanha” depois da denúncia que cita o petista em suposta fraude na CPI da Petrobras.

“Foi uma denúncia nacional. Quem está fazendo não é de Mato Grosso do Sul. Então, ele não poderá acusar os adversários de estarem baixando o nível de campanha”, afirmou Nelsinho. O petista, quando pré-candidato ao governo, reclamou que “na pré-campanha, a baixaria já começou” e prometeu fazer uma campanha sem ataques pessoais aos adversários.

A denúncia foi divulgada pela revista Veja que traz um vídeo de 20 minutos em que revelou uma reunião entre o chefe do escritório da Petrobras em Brasília (DF), José Eduardo Sobral Barrocas, um advogado da empresa, Bruno Ferreira, e uma terceira pessoa, ainda desconhecida, na qual é tramada “uma fraude caracterizada pela ousadia de obter dos parlamentares da CPI da Petrobrás as perguntas que eles fariam aos investigados e, de posse delas, treiná-los para responder a elas”, conforme descreve texto da própria revista. 

Apesar da nota do petista, Nelsinho disse que a população de Mato Grosso do Sul merece, no mínimo, uma explicação de Delcídio. “No mínimo são fatos que devem ser prestados esclarecimentos”, pontuou o peemedebista. 

Em nota Delcídio disse que: “Rejeito, com grande indignação, qualquer suposição de minha participação na articulação de depoimentos de quem quer que seja nas duas CPIs da Petrobras em andamento no Congresso Nacional”.

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