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Motociclistas que mataram PM podem ser os mesmos que levaram malote de banco

Apesar da negativa do delegado da Derf (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos), Fabiano Nagata, responsável pela investigação da morte do soldado da PM (Polícia Militar) Rony Mayckon Varoni de Moura, de 28 anos, em falar que os suspeitos não são os mesmos que roubaram o malote no início da tarde de quarta-feira […]

Arquivo Publicado em 05/06/2014, às 14h29

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Apesar da negativa do delegado da Derf (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos), Fabiano Nagata, responsável pela investigação da morte do soldado da PM (Polícia Militar) Rony Mayckon Varoni de Moura, de 28 anos, em falar que os suspeitos não são os mesmos que roubaram o malote no início da tarde de quarta-feira (4), de um cliente de um banco que fica no cruzamento das avenidas Calógeras com a Afonso Pena, na região central de Campo Grande. As polícias Civil e Militar estão a “caça” dos envolvidos com imagens de circuito de segurança que estavam próximos dos dois locais de crime.


A informação é de que as motocicletas têm as mesmas características e por isso que eles dizem acreditar que possam ser os mesmos suspeitos, entretanto, a não divulgação destes detalhes são para não atrapalhar na investigação. Além disso, a polícia recebeu denúncias sobre algumas pessoas que poderiam ter cometido ambos os delitos.


Estas suspeitas iniciaram no dia do assassinato do policial, na terça-feira (3), na rodovia BR-262, no Bairro Indubrasil, região sudoeste de Campo Grande. Os nomes são de criminosos que já têm passagem por este tipo de delito, porém eles estão sendo investigados.


CRIME


O policial militar foi morto a tiros por homens que, estavam em duas motocicletas na terça-feira (3). Os criminosos se aproximaram do carro dele, um Saveiro, quando trafegava pela rodovia BR-262, no Bairro Indubrasil, região sudoeste de Campo Grande, próximo de uma fábrica de bebidas, onde ele havia acabado de pegar um malote.


O carona, um cabo da PM, não foi atingido pelos tiros. Mais de 15 viaturas foram acionadas e as duas pistas da rodovia ficaram interditadas.


Três adolescentes chegaram a ser apreendidos próximo do local, pois estavam com uma motocicleta roubada, porém foram liberados. Foi descoberto que eles não tinham relação com o crime.


Os policiais chegaram a fazer um pente-fino na favela Cidade de Deus, onde havia rastro de sangue que saía do local do assassinato do militar e ia até a região. Um helicóptero também foi acionado para ajudar no resgate. O caso é investigado pela Derf (Delegacia Especializada de Repressão de Roubos e Furtos).

Jornal Midiamax