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Mesmo com adiamento, autoescolas de MS só dependem do Detran para usar simulador

Mesmo com o adiamento regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), as aulas práticas em simuladores para quem vai tirar a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) podem começar ainda no fim deste mês em Campo Grande, segundo o Centro Brasileiro de Condutores de Veículos (CBC). De acordo com Jairo Ricci, um dos proprietários do […]

Arquivo Publicado em 12/02/2014, às 19h16

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Mesmo com o adiamento regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), as aulas práticas em simuladores para quem vai tirar a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) podem começar ainda no fim deste mês em Campo Grande, segundo o Centro Brasileiro de Condutores de Veículos (CBC). De acordo com Jairo Ricci, um dos proprietários do Centro, para as aulas começarem de forma efetiva só falta os simuladores estarem interligados ao sistema do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).


“Como empresários já fizemos o investimento e esperamos que o Detran implemente o sistema para que as máquinas não fiquem paradas”, diz. A nova regra, publicada nesta quarta-feira (12), no Diário Oficial da União, altera para 30 de junho o prazo para implantação dos equipamentos.


O empresário diz ainda não acreditar que os candidatos à habilitação tenham problemas para fazer as aulas nos aparelhos no Estado. Segundo ele, são seis equipamentos no Centro e seis no sindicato das autoescolas. Além disso, o sindicato encomendou 60 aparelhos paras autoescolas de todo o Estado.


Conforme Ricci, cada aparelho custa R$ 30 mil e vão encarecer o processo de habilitação em cerca de R$ 285. Quem iniciou as aulas a partir de janeiro deste ano é obrigado a fazer 5 horas de aula no aparelho que simula condições diversas enfrentadas pelos condutores nas ruas.


Nas palavras de Eduardo Mendes Arguelho, 18 anos, fez um teste no simulador o aparelho é “massa”. Segundo ele foi a primeira vez que dirigiu um carro e o simulador irá ajudar quando for conduzir um carro. “Vai ajudar bastante porque tem que fazer a mesma coisa que se faz  em um carro de verdade”, diz.

Jornal Midiamax