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Mario Cesar aponta cunho eleitoreiro e defende recuo em criação de CPI na Câmara

O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Mario Cesar (PMDB), defendeu, na manhã desta quarta-feira (4), o arquivamento do pedido de abertura da CPI da Folia. Revelando preocupação com o viés eleitoral da comissão, ele comenta que as denúncias sobre eventuais irregularidades na Fundação Municipal de Cultura (Fundac) já serão apuradas pelos órgãos competentes. […]

Arquivo Publicado em 04/06/2014, às 14h31

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O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Mario Cesar (PMDB), defendeu, na manhã desta quarta-feira (4), o arquivamento do pedido de abertura da CPI da Folia.

Revelando preocupação com o viés eleitoral da comissão, ele comenta que as denúncias sobre eventuais irregularidades na Fundação Municipal de Cultura (Fundac) já serão apuradas pelos órgãos competentes.

“Nossa preocupação é não fazer folia. Tem a Copa, as eleições…”, ponderou o parlamentar. Mario Cesar diz que faltou, também, definir qual a finalidade da CPI.

Isto porque o relatório da própria Fundac apontando indícios de irregularidades durante a gestão do ex-prefeito Alcides Bernal (PP), entre janeiro de 2013 e março de 2014, foi encaminhado ao Ministério Público Estadual e Tribunal de Contas do Estado. Desta forma, completa, o caso será apurado, não havendo necessidade de fazer uma CPI em período eleitoral.

“O que a CPI iria contribuir, se todos os fatos foram apreciados e encaminhados aos órgãos competentes?”, questiona o presidente da Câmara. “Temos que ter seriedade e serenidade”, finaliza.

Jornal Midiamax