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Malásia investiga engenheiro de voo que era passageiro do MH370

A polícia da Malásia está investigando um engenheiro de voo que estava entre os passageiros do avião da Malaysia Airlines que desapareceu em 8 de março. O engenheiro malaio Mohd Khairul Amri Selamat, 29, trabalhava para uma empresa privada de jatos executivos. “Sim, estamos investigando Mohd Khairul, além de outros passageiros. O foco é em […]

Arquivo Publicado em 17/03/2014, às 13h36

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A polícia da Malásia está investigando um engenheiro de voo que estava entre os passageiros do avião da Malaysia Airlines que desapareceu em 8 de março.


O engenheiro malaio Mohd Khairul Amri Selamat, 29, trabalhava para uma empresa privada de jatos executivos.


“Sim, estamos investigando Mohd Khairul, além de outros passageiros. O foco é em qualquer pessoa que pudesse ter conhecimentos técnicos de aviação e estava naquele avião”, disse uma fonte policial à agência Reuters, que afirmou que equipes de solo também estão sendo investigadas.


Um enegenheiro de voo é responsável por certificar que os sistemas de um avião estão funcionando normalmente durante o voo e fazer os reparos necessários. Como engenheiro especializado em jatos executivos, Khairul não necessariamente teria o conhecimento necessário para desviar e operar um avião de grande porte.


Investigações apontam que o desligamento dos sistemas de comunicação e o desvio de rota do avião foram propositais. A rota original era de Kuala Lumpur a Pequim. Pelo menos 25 países participam da busca pela aeronave.


Em redes sociais, Khairul afirmou ter trabalhado para empresa Execujet Aviation Group, baseada na Suíça. A companhia não confirmou a informação, alegando a necessidade de proteger a privacidade da família.


Selamat Omar, pai de Khairul, disse que ele tem uma filha e recentemente comprou uma casa nos arredores da capital da Malásia, Kuala Lumpur.


Segundo Selamat, uma visita da família à nova casa do filho foi remarcada depois que Khairou disse que precisava ir a Pequim por razões profissionais. Foi o último contato entre eles.


“Khairul estava indo bem no trabalho e era um bom filho. Ele nos visitava uma vez por semana”, disse.

Jornal Midiamax