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Maduro convoca manifestação “pela paz e contra o fascismo”

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, convocou hoje (14) uma manifestação para este sábado “pela paz e contra o fascismo”, depois de as mobilizações feitas na quarta-feira terem terminado em violência e provocado três mortes em Caracas e outras cidades. “Convocamos uma grande marcha de todas as forças sociais e políticas da revolução bolivariana pela […]

Arquivo Publicado em 14/02/2014, às 10h32

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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, convocou hoje (14) uma manifestação para este sábado “pela paz e contra o fascismo”, depois de as mobilizações feitas na quarta-feira terem terminado em violência e provocado três mortes em Caracas e outras cidades.


“Convocamos uma grande marcha de todas as forças sociais e políticas da revolução bolivariana pela paz e contra o fascismo. Eu também respondo à convocatória, no sábado. Todo o povo de Caracas, vamos marchar contra o fascismo, contra a violência, contra o golpismo”, disse Maduro.


O presidente falou durante reunião com o seu gabinete, que foi transmitida por rádio e televisão. Maduro disse que os atos de violência da madrugada de quinta-feira fazem parte do plano de um grupo opositor, a quem responsabilizou pelas mortes e pelos mais de 60 feridos.


Ele comparou o plano, que teria como fim a sua saída do poder, à onda de violência na Ucrânia, que terminou com a demissão do governo liderado por Mikola Azárov, o que o presidente venezuelano garantiu que não lhe acontecerá.


“Na Ucrânia, ocorreram situações muito graves, a Venezuela não é a Ucrânia (…) aqui estamos fazendo uma revolução, com todo o respeito que temos pelo povo e o governo da Ucrânia”, disse.


Pelo menos três pessoas morreram e mais de 60 ficaram feridas nessa quinta-feira em Caracas e outras cidades da Venezuela, durante um dia de manifestações convocadas por grupos que fazem oposição ao governo de Nicolás Maduro.


Cerca de 2 mil estudantes saíram na noite de ontem às ruas da capital venezuelana para protestar contra o governo, um dia depois de três pessoas terem sido mortas e dezenas feridas.

Jornal Midiamax