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Laudo revela que professor da UFMS de Nova Andradina morreu asfixiado

O professor Ezio Luis da Rocha Bittencourt ,de 46 anos, da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), campus de Nova Andradina que foi encontrado morto na última terça-feira (25), pela empregada em sua residência localizada na Rua Sete de Setembro, na região central da cidade, teria morrido asfixiado, De acordo com o delegado, […]

Arquivo Publicado em 28/02/2014, às 14h55

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O professor Ezio Luis da Rocha Bittencourt ,de 46 anos, da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), campus de Nova Andradina que foi encontrado morto na última terça-feira (25), pela empregada em sua residência localizada na Rua Sete de Setembro, na região central da cidade, teria morrido asfixiado, De acordo com o delegado, Luis Augusto Milani, adjunto da 1ª Delegacia de Nova Andradina, que preside o caso.

Segundo o delegado, no quarto da residência, onde o corpo do professor foi encontrado, havia vestígios de cocaína, camisinhas usadas com sêmen, comprimidos entre outras latas de bebidas alcoólicas que foram apreendidas pela perícia.

O laudo emitido pelo Instituto Médico-Legal (IML) teria sido morte por asfixia, sem sinais de violência no corpo, que de acordo com o delegado, pode ser asfixia mecânica ou por excesso do uso de cocaína, provocando uma overdose. Materiais foram coletados e foram encaminhados para análise em Campo Grande, para saber a real causa da morte.

Na residência foram encontradas mais de uma impressão digital, que está sendo analisada, uma pessoa do sexo masculino também já foi ouvida pelo delegado, que teria passado pela residência do professor.

Outras pessoas serão intimadas para prestar esclarecimentos.Segundo a polícia  o professor tenha morrido entre a noite de sábado (22) e a madrugada de domingo, o corpo só não estava mais em estado avançado,em virtude de o ar-condicionado do quarto estar ligado até a chegada da polícia na terça-feira.

O delegado disse que alguns pertences do professor foram subtraídos, como uma réplica de uma garrucha, um porta-joias e uma bolsa. A residência não estava revirada, o que descarta ser roubo. A empregada encontrou o portão e uma porta de acesso à residência aberta, o que chamou a atenção dela, pois ela disse que a casa sempre era bem trancada. Ao entrar acabou encontrando o professor morto e de imediato avisou as autoridades.

A polícia também analisa o aparelho celular de Ezio, onde há mensagens de “encontros”, ou seja, uma pessoa marcando encontro na residência dele.

Jornal Midiamax