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Julgamento de traficante que matou criança atropelada é adiado para o próximo mês

Marcado para ser realizado nesta quinta-feira (5), o julgamento de Magno Henrique Martins dos Santos, foi adiado para o dia 29 de julho, às 8 horas. Magno Henrique é suspeito de atropelar e matar a menina Rayane de Amorin Piccelli Pereira, de 6 anos, no dia 29 de fevereiro de 2012, no Jardim Parque Iguatemi, […]

Arquivo Publicado em 05/06/2014, às 16h30

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Marcado para ser realizado nesta quinta-feira (5), o julgamento de Magno Henrique Martins dos Santos, foi adiado para o dia 29 de julho, às 8 horas. Magno Henrique é suspeito de atropelar e matar a menina Rayane de Amorin Piccelli Pereira, de 6 anos, no dia 29 de fevereiro de 2012, no Jardim Parque Iguatemi, região do Nova Lima, em Campo Grande.O julgamento foi adiado a pedido do Ministério Público Estadual.


O réu foi pronunciado por homicídio cometido por motivo torpe com recurso que dificultou a defesa da vítima e por dirigir veículo automotor sem a devida permissão ou habilitação.


Consta na sentença de pronuncia, que Magno Henrique foi denunciado pelo crime de homicídio qualificado por motivo fútil com recurso que dificulte ou torne impossível à defesa do ofendido. Ele também responderá pelo crime de dirigir veículo automotor, em via pública, sem a devida permissão para dirigir, gerando perigo de dano.


Atropelamento


Magno Henrique atropelou e matou Rayane, no momento em que fugia da polícia, no cruzamento das ruas major Giovane Francisco Nadalin com a rua Jaime Cerveira. Ele fugia de policiais civis que tentavam cumprir um mandado de prisão de Rio Verde. Na época, ele trocou tiros com a Polícia Militar e a mulher dele foi presa, por tráfico de drogas.


A Polícia Civil divulgou na época do crime, que Rayane que foi arremessada a 13 metros. Depois, Magno Henrique ainda teria passado por cima da criança, para que a polícia não continuasse com a perseguição.


Magno tem várias passagens pela polícia. Dentre os crimes há tentativa de homicídio, tráfico de drogas, violência doméstica, furto qualificado, portar drogas para consumo pessoal.

Jornal Midiamax