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Holanda diz que 65 vítimas do MH17 foram identificadas

Das 298 vítimas da queda do avião da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia em 17 de julho, 65 já foram identificadas, após os 42 reconhecimentos feitos nas últimas horas, informou neste sábado o governo da Holanda. Destas 42 vítimas, 21 tinham cidadania holandesa e 21 outras nacionalidades, segundo o governo afirmou em um comunicado. […]

Arquivo Publicado em 09/08/2014, às 18h48

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Das 298 vítimas da queda do avião da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia em 17 de julho, 65 já foram identificadas, após os 42 reconhecimentos feitos nas últimas horas, informou neste sábado o governo da Holanda.


Destas 42 vítimas, 21 tinham cidadania holandesa e 21 outras nacionalidades, segundo o governo afirmou em um comunicado. De acordo com o Executivo holandês, os familiares e os prefeitos das cidades de residência dos identificados foram informados.


A nota explicou que o governo não revelou a nacionalidades das vítimas não-holandesas “a pedido das embaixadas”.


O Executivo holandês advertiu que a identificação de todas as vítimas “pode levar meses”, apesar de uma equipe de 200 legistas estar trabalhando intensamente na base de Hilversum, no norte do país. O governo, no entanto, comprometeu-se a comunicar os progressos realizados de forma regular.


O coordenador da missão em Hilversum, Arieh de Bruijn, disse que o processo de identificação está atrasado pois os restos humanos foram tratados na Ucrânia com muito formol, o que obriga os legistas a trabalharem com trajes protetores por causa dos gases tóxicos que o composto químico expele.


O coordenador da investigação disse que foram recebidas 650 mostras de DNA dos países de origem das 298 vítimas, das quais 196 eram holandesas.


Os analistas analisam também os pertences pessoais e documentos que chegaram a Hilversum.


O Boeing-777 de Malaysia Airlines, que fazia a rota entre Amsterdã e Kuala Lumpur, foi derrubado supostamente por um míssil terra-ar quando sobrevoava uma zona do leste da Ucrânia cenário de combates entre o exército e os rebeldes pró-Rússia.

Jornal Midiamax