Gravações inéditas podem reabrir o caso Pesseghini

Centenas de horas de gravações inéditas podem reabrir o caso do assassinato da família Pesseghini. De acordo com a investigação da polícia, já encerrada, o menino Marcelo teria assassinado seus pais, a avó materna e uma tia avó em 4 de agosto de 2013. Um ano depois de acontecer, o caso ganha novos contornos. As […]
| 16/07/2014
- 18:51
Gravações inéditas podem reabrir o caso Pesseghini

Centenas de horas de gravações inéditas podem reabrir o caso do assassinato da família Pesseghini. De acordo com a investigação da polícia, já encerrada, o menino Marcelo teria assassinado seus pais, a avó materna e uma tia avó em 4 de agosto de 2013. Um ano depois de acontecer, o caso ganha novos contornos.

As gravações mostram, por exemplo, uma sequência gravada à 1h15 do dia 5 de agosto na qual o carro prata em que estava Marcelo logo após a chacina. O motorista, que supostamente seria o jovem, está com as mãos em cima do volante e é possível ver no banco de trás um vulto. O veículo ainda pisca quatro vezes a lanterna traseira, no que pode ser considerado uma transmissão de sinal. Pouco mais de 40 segundos após as piscadas dois carros com vidro filmado passam em baixa velocidade.

Antes da divulgação das imagens, a família de Marcelo já alegava que o caso precisaria ser reaberto por conta do surgimento de uma página do Facebook que teria sido criada em homenagem à família morta antes mesmo de a polícia descobrir os corpos. Como a Justiça já encerrou o caso, os familiares irão até o procurador-geral da República, Rodrigo Jarot, para pedir nova investigação, desta vez conduzida pela Polícia Federal.

 

 

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