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Giroto inicia trâmite do projeto de concessão de rodovias estaduais na AL

O secretário de obras do governo do Estado, Edson Giroto (PMDB) compareceu à sessão desta terça-feira (11) da Assembleia Legislativa para iniciar o trâmite do projeto de concessão de rodovias estaduais. Ao todo são 11 trechos escolhidos pelo governador André Puccinelli (PMDB). Quatro estão em obras por meio do Programa MS Forte 2. “Tenho que […]

Arquivo Publicado em 11/02/2014, às 14h01

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O secretário de obras do governo do Estado, Edson Giroto (PMDB) compareceu à sessão desta terça-feira (11) da Assembleia Legislativa para iniciar o trâmite do projeto de concessão de rodovias estaduais. Ao todo são 11 trechos escolhidos pelo governador André Puccinelli (PMDB). Quatro estão em obras por meio do Programa MS Forte 2.

“Tenho que mostrar que a concessão é boa para o Estado. Usarei dados para provar à a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)”, declarou o secretário. Para Giroto, os investidores serão atraídos quando analisarem a rentabilidade do negócio. “Aí terão interesse”, frisou.

Giroto diz acreditar que com os pedágios da BR-163, aja grande fluxo para desviar das cobranças. “Vai sobrecarregar e haver mais deterioração”. Os nove pedágios do trecho da BR-163 no Estado custarão entre R$ 4 e R$ 4,50 cada um , segundo o secretário de obras.

Obras

Os quatro trechos que já estão em obras por meio do Programa MS Forte 2, representam gasto estimado de R$ 304 milhões.

Na pavimentação das rodovias MS-040 e MS-112 estão sendo investidos R$ 156,5 milhões. Já o trecho de 98 quilômetros da MS-180 de Iguatemi a Juti custará R$ 118 milhões de recursos do governo estadual. E os 48 quilômetros de pavimentação da MS-316, entre Paraíso das Águas e o entroncamento com a MS-320, em Chapadão do Sul, custará R$ 29,9 milhões.

O gasto nesses trechos será maior do que o investido pelo governo para concluir os 161 quilômetros  entregues em 2013. Segundo a mensagem do governador André Puccinelli lida na abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa, o investimento para garantir o escoamento da produção foi de R$ 200 milhões.

Jornal Midiamax