Gaeco realiza Operação Carta Marcada com apreensões e prisões em três cidades de MS

A ação começou na manhã desta terça-feira (5) nos municípios de Bela Vista, Rio Brilhante e Campo Grande. As investigações apuram associação criminosa, fraudes licitatórias e falsidade documental
| 05/08/2014
- 17:16
Gaeco realiza Operação Carta Marcada com apreensões e prisões em três cidades de MS

A ação começou na manhã desta terça-feira (5) nos municípios de Bela Vista, Rio Brilhante e Campo Grande. As investigações apuram associação criminosa, fraudes licitatórias e falsidade documental

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) iniciou na manhã desta terça-feira (5) a Operação Carta Marcada em três cidades de Mato Grosso do Sul, sendo dois municípios próximos da fronteira, Bela Vista e Rio Brilhante, além de Campo Grande. A ação ocorre por conta de investigações que apuram as ocorrências dos crimes de associação criminosa, fraudes licitatórias e falsidade documental.

Com mandados de prisões e de buscas e apreensões em mãos, a ação foi desencadeada em Bela Vista na casa do vereador Alcir Mendonça (PMDB), do prefeito cassado pelo TRE/MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) Abraão Armoa Zacarias (PMDB) e do ex-secretário Municipal de Fazenda André Zacarias. Além da ex-prestadora de serviços de informática para a prefeitura daquele município, a Peniel.

Nota à Imprensa:

“O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) deflagrou na manhã desta terça-feira, em apoio à Promotoria de Justiça da Comarca de Bela Vista, a ‘Operação Carta Marcada’, para o cumprimento de mandados de busca e apreensão e prisão temporária expedidos pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Bela Vista.

Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Bela Vista, Rio Brilhante e Campo Grande.

A operação, que conta com a participação de 30 policiais militares do Gaeco e quatro promotores de Justiça, é o desdobramento das investigações realizadas em procedimento que apura a ocorrência dos crimes de associação criminosa, fraudes licitatórias e falsidade documental.

A ação conta ainda com o apoio da Polícia Civil”.

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