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Fugitivos da cadeia de Batayporã ainda não foram recapturados

Até a manhã desta terça-feira (7), os quatro presos que fugiram da Cadeia Pública de Batayporã na madrugada do último domingo ainda não haviam sido recapturados. Segundo um dos investigadores que estava de plantão na delegacia, ainda não há pistas sobre o paradeiro dos criminosos identificados como Bugão, Anderson Capeta, Valdir e Paizinho. O policial […]

Arquivo Publicado em 07/01/2014, às 12h31

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Até a manhã desta terça-feira (7), os quatro presos que fugiram da Cadeia Pública de Batayporã na madrugada do último domingo ainda não haviam sido recapturados. Segundo um dos investigadores que estava de plantão na delegacia, ainda não há pistas sobre o paradeiro dos criminosos identificados como Bugão, Anderson Capeta, Valdir e Paizinho.


O policial que atendeu a repostagem disse que a população pode ajudar na captura dos criminosos passando informações tanto para a Polícia Civil, pelo telefone (67) 3443-1268 ou para a Polícia Militar através do 190. Segundo ele, mesmo sem que a população não conheça os fugitivos, qualquer pessoa que estiver em atitude suspeita pode ser informada às autoridades que farão as devidas verificações.


Nas palavras do plantonista, os reparos nas grades danificadas pelos fugitivos já foram providenciados para evitar novas fugas. O caso continua sob investigação e as autoridades competentes buscam pistas sobre o paradeiro dos fugitivos. Outro ponto a ser apurado é como os objetos cortantes, utilizados para serrar as grades foram parar dentro das celas.


A fuga


Na madrugada de domingo (5), quatro presos fugiram da Cadeia Pública de Batayporã, localizada na Rua Ataliba Ramos, ao lado da Câmara Municipal. Os prisioneiros teriam serrado as grades da cela e escapado para o local onde tomam banho de sol, onde teriam serrado outra grade e fugido pelos fundos da delegacia.


Superlotação


A Delegacia de Batayporã dispõe de duas celas com capacidade para quatro presos, no entanto, no momento da fuga, havia 31 detentos no local.Fato ainda mais preocupante é o pequeno efetivo lotado no município. São apenas seis policiais para atender uma população de quase 11 mil habitantes, segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A média mensal é de 80 boletins de ocorrência registrados.


No período noturno, fica apenas um policial de plantão para atender a população e ainda cuidar de todos os detentos. Se o policial precisar sair para averiguar um crime, a delegacia fica por conta dos presos, sem qualquer vigilância, o que aumenta possibilidade de fugas e rebeliões.

Jornal Midiamax