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‘Foi doído’ para Giroto, diz André sobre permanência de secretário no governo

“Foi doído largar uma candidatura dita imbatível por terceiros”, avaliou na manhã desta segunda-feira o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, ao comentar a decisão de seu secretário de Obras, Edson Giroto (PR), de manter-se no cargo. O deputado federal licenciado abriu mão de disputar as eleições deste ano para manter-se no primeiro […]

Arquivo Publicado em 07/04/2014, às 15h07

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“Foi doído largar uma candidatura dita imbatível por terceiros”, avaliou na manhã desta segunda-feira o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, ao comentar a decisão de seu secretário de Obras, Edson Giroto (PR), de manter-se no cargo. O deputado federal licenciado abriu mão de disputar as eleições deste ano para manter-se no primeiro escalão do Executivo estadual.

A exemplo do que disse Giroto mais cedo, Puccinelli afirmou que a decisão foi de “peso pessoal”. O governador ressaltou o compromisso que tanto ele quanto o secretário têm com Mato Grosso do Sul.

Giroto ficará sem mandato a partir de janeiro de 2015, mas diz que vai continuar fazendo política. Destacou, também, que sua decisão não garante apoio ao pré-candidato do PMDB ao governo estadual, Nelsinho Trad, aliança que, ainda conforme ele, depende dos rumos a serem adotados pelos republicanos.

Jornal Midiamax