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Fábrica promete produzir mais de um milhão de tablets ao ano e gerar 450 empregos

Solenidade oficial na manhã desta quinta-feira (20) marcou a retomada do projeto de construção da fábrica de tablets em Campo Grande, no Indubrasil, saída para Aquidauana. A fábrica, que será construída pela empresa Uninter Informática vai produzir mais de um milhão de tablets por ano e deve gerar 450 empregos. A previsão é de que fique […]

Arquivo Publicado em 20/03/2014, às 13h33

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Solenidade oficial na manhã desta quinta-feira (20) marcou a retomada do projeto de construção da fábrica de tablets em Campo Grande, no Indubrasil, saída para Aquidauana. A fábrica, que será construída pela empresa Uninter Informática vai produzir mais de um milhão de tablets por ano e deve gerar 450 empregos. A previsão é de que fique pronta em oito meses.

Além de membros da empresa, estiveram presentes secretários da Prefeitura de Campo Grande e o prefeito Gilmar Olarte (PP). A construção da fábrica está parada há mais de um ano por conta de problema simples: a doação do terreno não foi oficializada. Ela será votada hoje pela Câmara e deve ser aprovada, para que as obras comecem ainda nesta quinta-feira.

O diretor executivo da Uninter, Edmilson Pickler, revelou que o investimento será de R$ 150 milhões, sendo R$ 56 milhões oriundos do Fundo de Desenvolvimento do Centro Oeste. Também vieram incentivos do Governo do Estado e do terreno disponibilizado pela Prefeitura.

Mão de obra local

Inicialmente a fábrica terá 300 funcionários, mas a intenção é chegar a 450, com 100% de mão de obra local. Além disso, há a expectativa de que outras empresas venham para Campo Grande por conta da fábrica.

Logística

Pickler diz ter escolhido Campo Grande por conta da logística, por Mato Grosso do Sul ficar perto do maior mercado consumidor de informática do país, o estado de São Paulo, e pela facilidade de exportação. A empresa será a primeira fabricante de produtos de informática e telecomunicações da Capital.

Desculpas públicas

O prefeito Gilmar Olarte (PP) pediu desculpas públicas ao dono da Uninter. “Peço desculpas em nome da população e do meu partido, porque não é assim que se faz gestão pública”, disse, referindo-se ao atraso do início da obra. Por conta do atraso, a empresa começará a obra utilizando recursos próprios.

Jornal Midiamax