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Estudo revela redução no desmatamento do planalto da Bacia do Alto Paraguai

Na próxima quinta-feira (26) será lançado o resultado de um projeto que monitorou as alterações da cobertura vegetal e do uso do solo na Bacia do Alto Paraguai. Dentre as modificações reveladas está a redução no desmatamento do planalto, entre 2010 e 2012, em comparação com o monitoramento de 2008 a 2010. O evento está […]

Arquivo Publicado em 24/06/2014, às 20h57

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Na próxima quinta-feira (26) será lançado o resultado de um projeto que monitorou as alterações da cobertura vegetal e do uso do solo na Bacia do Alto Paraguai. Dentre as modificações reveladas está a redução no desmatamento do planalto, entre 2010 e 2012, em comparação com o monitoramento de 2008 a 2010.

O evento está marcado para as 8h30 no auditório do Sebrae, com a entrega de mapas e às 14h o estudo completo será entregue na Secretaria Estadual de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (Semac), pela WWF-Brasil, Instituto SOS Pantanal e Embrapa Pantanal, responsáveis pelo monitoramento feito com o apoio da SOS Mata Atlântica, Arcplan e Ecoa.

Dentre os resultados do levantamento também estão o aumento em 22% da ocupação do solo por florestas plantadas e a savana gramíneo, como a formação natural com maior alteração proporcional em comparação ao período anterior.


O primeiro estudo, lançado em 2010, analisou a cobertura vegetal de uso do solo no período de 2002 a 2008. A partir de 2010, as atualizações passaram a acontecer a cada dois anos. O atual traz uma avaliação das alterações na cobertura do solo no período entre 2010 e 2012 e tem como base os dados dos estudos anteriores. Todos foram realizados nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, em que a Bacia do Alto Paraguai está presente no Brasil.

“Os dados mostram a grande pressão da ocupação humana exercida sobre as cabeceiras. O mapeamento é uma ferramenta fundamental para que pesquisadores, gestores públicos, sociedade civil e especialistas utilizem essas informações para estudos mais complexos”, afirma o coordenador do Programa Cerrado Pantanal do WWF-Brasil, Júlio Cesar Sampaio.

Serviço: o Sebrae fica na Av. Mato Grosso, 1661, Centro. A Semac fica no Parque dos Poderes, Bloco III. (Com informações da SOS Pantanal)



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