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Depois de protesto e morte de PM, ACS diz que irá entregar carta a governador

Quatro dias após a realização de um protesto no Centro de Campo Grande e da morte do policial militar Rony Mayckon Varoni de Moura, de 28 anos, a Associação de Cabos e Soldados (ACS) vai entregar ao governador André Puccinelli e ao secretário de segurança pública do Mato Grosso do Sul Wantuir Jacini uma carta […]

Arquivo Publicado em 04/06/2014, às 20h13

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Quatro dias após a realização de um protesto no Centro de Campo Grande e da morte do policial militar Rony Mayckon Varoni de Moura, de 28 anos, a Associação de Cabos e Soldados (ACS) vai entregar ao governador André Puccinelli e ao secretário de segurança pública do Mato Grosso do Sul Wantuir Jacini uma carta elaborada com a participação da sociedade civil, cobrando melhorias na segurança pública.

Segundo o presidente da ACS, Edmar Soares da Silva, a manifestação realizada no último sábado (31), teve como foco a discussão com a população civil sobre o efetivo das forças de segurança no Estado. O presidente da ACS diz acreditar que os efetivos devem ser repostos anualmente.

Ainda segundo o presidente da ACS, outra proposta que deve conter na carta, será a de uma remuneração extraordinária para quando os policias são chamados para trabalhar fora do horário em que estão de serviço.

Outro ponto ressaltado por Silva é a questão dos praças (soldados, cabos, sargentos e subtenentes) “Tem que olhar melhor para os praças, pois são os que estão todos os das na rua e que possuem mais chances de se envolver em fatos que provoquem o afastamento”, diz.

Sobre o salário dos policiais militares, o presidente a ACS, relembra que após o aquartelamento, no ano passado foram fechados os reajustes que os militares receberam neste ano. Em junho teve uma que mudança no salário e em dezembro, os policiais terão outro aumento. “É uma coisa jamais vista. Ainda não é considerado o ideal, mas é muito mais do que em anos anteriores”, finaliza.

Jornal Midiamax