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Delcídio diz que foi de mala e cuia para Corumbá com casal Hashioka e Schimidt

O prefeito de Nova Andradina, Roberto Hashioka, que é do PMDB declarou apoio ao senador Delcídio e o presidente regional do PDT também escolheu fechar com o pré-candidato petista

Arquivo Publicado em 03/03/2014, às 12h21

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O prefeito de Nova Andradina, Roberto Hashioka, que é do PMDB declarou apoio ao senador Delcídio e o presidente regional do PDT também escolheu fechar com o pré-candidato petista

O senador Delcídio do Amaral (PT) está começando a encher seu ônibus para a disputa eleitoral deste ano rumo ao governo do Estado. O petista disse nas redes sociais que  foi de “mala e cuia” para Corumbá e postou uma imagem do ônibus com o casal Hashioka e o presidente regional do PDT, João Leite Schimidt.

“Tô indo de mala e cuia pra Corumbá! É carnaval!”, escreveu na sua página pessoal, na noite de domingo (2). Também participou do carnaval em Corumbá, no domingo, o deputado Lauro Davi (Pros) e o prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), que foi homenageado pela escola de samba Imperatriz Corumbaense.

Com a mensagem postou a imagem do seu ônibus. Dentro estão o prefeito de Nova Andradina, Roberto Hashioka (PMDB), que declarou apoio ao petista na disputa pela sucessão estadual, sua mulher, a deputada estadual Dione Hashioka (PSDB), e o presidente regional do PDT, João Leite Schimidt.

O prefeito do PMDB causou desconforto ao declarar apoio ao petista. O partido tem a pré-candidatura do ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), que vai disputar o governo do Estado. Sobre o episódio, a tucana afirmou que se for preciso, seu marido deixa o partido.

O PSDB é outro que pode fechar aliança com PT, apesar da resolução da nacional proibir esta coligação. No entanto, lideranças tucanas não apareceram dentro do ônibus do senador.

Já o PDT, anunciou apoio ao petista, apesar do presidente regional defender candidatura própria. A sigla preferiu não esperar a decisão do governador André Puccinelli (PDMB) sobre disputar o Senado. Para isso, seria obrigatório deixar a Governadoria no dia 6 de abril.

Jornal Midiamax