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Defurv faz reconstituição da morte do empresário Erlon na próxima semana

Equipes da Defurv (Delegacia Especializada em Repressão a Roubos e Furtos de Veículos), acompanhadas de peritos, farão a reconstituição da morte do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal, de 32 anos, na manhã da próxima quarta-feira (23). A simulação deve ocorrer às 9 horas, na casa da adolescente de 17 anos, no bairro São Jorge da […]

Arquivo Publicado em 17/04/2014, às 14h53

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Equipes da Defurv (Delegacia Especializada em Repressão a Roubos e Furtos de Veículos), acompanhadas de peritos, farão a reconstituição da morte do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal, de 32 anos, na manhã da próxima quarta-feira (23). A simulação deve ocorrer às 9 horas, na casa da adolescente de 17 anos, no bairro São Jorge da Lagoa, região sudoeste de Campo Grande. 

A intenção é fazer o levantamento da dinâmica de como ocorreu o roubo, seguido de morte. Os envolvidos pelo crime, inclusive a jovem de 17 anos, estarão presente na simulação realizada pelos policiais, a fim de anexar na conclusão inquérito policial que foi encerrado nesta semana. 
COLETIVA 
Na coletiva realizada esta semana, a titular da Defurv e responsável pelas investigações, Maria de Lourdes Souza Cano, apontou Thiago Henrique Ribeiro como o responsável por ter disparo o tiro contra a vítima. Ele foi preso em casa e mostrou cinismo em relação à procura do empresário, assim como a adolescente de 17 anos. 
Ela foi apreendida na casa onde foi encontrado o corpo do empresário, no momento em que mantinha relação sexual com o namorado. Durante as investigações, ela foi questionada sobre o cheiro que saía da fossa onde o corpo de Erlon foi jogado, a adolescente disse aos policiais que era um cachorro que tinha morrido e sido jogado na fossa. 
Conforme a delegada, foi apurado que o namorado da adolescente não tinha envolvimento com o crime. A casa onde ela morava, era alugada por um idoso em trocas de favores sexuais, que segundo apurado pela polícia, que também não tinha envolvimento com a quadrilha. 
ENTENDA O CASO 
Erlon foi atraído pela quadrilha no dia 1º de abril por meio de um anúncio da internet, onde ele havia oferecido um Golf, de cor prata. A vítima se encontrou com um dos suspeitos próximo a uma fábrica de refrigerantes, que fica na saída para São Paulo. O criminoso convenceu o empresário de ir até o bairro São Jorge da Lagoa – área sudoeste da Capital, para mostrar o carro a uma tia, que seria a nova proprietária. 
Na casa da adolescente, ele foi morto com um tiro na cabeça. O corpo foi arrastado até o quintal e jogado em uma vala, ao lado da fossa. Por cima, foi colocado lixo. Já o carro, foi levado para uma funilaria, onde foi pintado de branco e as placas trocadas. 
Os envolvidos no crime são: Thiago Henrique Ribeiro, de 21 anos, que trabalha em uma fábrica de refrigerantes na saída para São Paulo, o pedreiro Jeferson dos Santos Souza, de 21 anos, Rafael Diogo, conhecido como “Tartaruga”, de 21 anos, empregado de uma lavanderia de hospital, e o funileiro Athaíde Pereira, de 50 anos. Além de uma adolescente de 17 anos, que teve a identificação preservada, conforme prevê o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
Jornal Midiamax