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Corinthians estuda deixar para sócios decidirem se clube rompe com torcidas

A decisão sobre romper pra valer com as torcidas organizadas pode acabar nas mãos dos sócios do Corinthians. Parte dos membros do Cori (Conselho de Orientação) do clube entende que o assunto deve ser decidido em uma assembleia geral, com associados aprovando ou reprovando a medida. A possibilidade de o clube proibir as uniformizadas de […]

Arquivo Publicado em 20/02/2014, às 13h07

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A decisão sobre romper pra valer com as torcidas organizadas pode acabar nas mãos dos sócios do Corinthians. Parte dos membros do Cori (Conselho de Orientação) do clube entende que o assunto deve ser decidido em uma assembleia geral, com associados aprovando ou reprovando a medida.


A possibilidade de o clube proibir as uniformizadas de usar o símbolo corintiano ou de terem que pagar por isso foi discutida na última segunda pelo Cori. Ficou definido que um estudo do departamento jurídico sobre as opções de ruptura e suas consequências será apresentado ao órgão, que vai emitir um parecer. A ideia é colocar a sugestão do Cori em votação no Conselho Deliberativo.


Se vencer a corrente que quer deixar a palavra final para os sócios, a decisão do conselho teria que ser ratificada pela assembleia geral.


Deixar o tema passar por Cori, Conselho Deliberativo e sócios faria com que o presidente Mário Gobbi não fosse considerado o único responsável. Ou, em outras palavras, o dirigente não peitaria sozinho as uniformizadas. Se é que ele tomaria tal atitude, já que não quis assinar, assim como outros presidentes, documento no Ministério Público se comprometendo a não ajudar as organizadas. O dirigente alega que o clube já não colabora com as torcidas. É preciso lembrar que o caminho até a votação dos sócios seria longo e ela poderia acontecer já no finzinho da gestão de Gobbi, que dura mais dez meses.


Desde a invasão ao Centro de Treinamento corintiano, conselheiros e sócios cobram uma medida drástica em relação às torcidas. O assunto foi discutido pelo Cori por causa de uma carta enviada pelo conselheiro Emerson Ferreira da Silva, perguntando o que clube e conselheiros fariam sobre o assunto. Ele sugere o rompimento.

Jornal Midiamax