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Comissão de Nevada veta TRT e complica Belfort; UFC apoia

A Comissão Atlética de Nevada (NSAC) decidiu de forma unânime em reunião nesta quinta-feira proibir o uso da terapia de reposição de testosterona (TRT) no estado americano, que abriga Las Vegas. A substância é usada por lutadores como o brasileiro Vitor Belfort, que tem pela frente disputa pelo cinturão dos médios do UFC contra Chris […]

Arquivo Publicado em 27/02/2014, às 22h48

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A Comissão Atlética de Nevada (NSAC) decidiu de forma unânime em reunião nesta quinta-feira proibir o uso da terapia de reposição de testosterona (TRT) no estado americano, que abriga Las Vegas. A substância é usada por lutadores como o brasileiro Vitor Belfort, que tem pela frente disputa pelo cinturão dos médios do UFC contra Chris Weidman no dia 24 de maio, justamente na cidade famosa pelos cassinos.

Desde que começou a terapia com TRT, Belfort melhorou seu desempenho e seu rendimento, conseguindo uma sequência de vitórias contundentes. Além do brasileiro, lutadores como o americano Chael Sonnen também fazem uso da substância. Em comunicado, o UFC concordou com a decisão da comissão.

“O Ultimate Fighting Championship apoia totalmente a decisão tomada pela Comissão Atlética de Nevada em relação ao banimento das isenções para uso da terapia de reposição de testosterona (TRT). Nós acreditamos que nossos atletas devem competir de acordo com suas habilidades naturais e de maneira justa. Também pretendemos honrar esse acordo em mercados internacionais onde, devido à falta de órgãos reguladores, o UFC supervisiona os esforços regulatórios para nossos eventos ao vivo. Nós encorajamos todas as comissões atléticas a adotar essa medida”, escreveu o principal campeonato de artes marciais mistas.

Belfort ainda não se pronunciou sobre o tema, mas Chris Weidman comemorou. O campeão dos médios afirmou ao site MMA Fighting que esta quinta-feira “é um dia maravilhoso para o esporte. Isso é algo que eu queria ver acontecer por um bom tempo. TRT é e sempre foi trapacear, e estou feliz que Nevada finalmente reconheceu isso”.

Jornal Midiamax