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CCZ afirma que não tem estrutura de clínica para tratar animais atropelados

O cachorro atropelado na manhã desta terça-feira (16) acabou sendo levado pela carrocinha até o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Campo Grande. A medida ocorreu, após moradores do Bairro Aero Rancho, região sul de Campo Grande, ligarem para as ONGs (Organizações Não Governamentais) voltadas para o resgate de animais e não conseguirem que fossem […]

Arquivo Publicado em 16/09/2014, às 13h52

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O cachorro atropelado na manhã desta terça-feira (16) acabou sendo levado pela carrocinha até o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Campo Grande. A medida ocorreu, após moradores do Bairro Aero Rancho, região sul de Campo Grande, ligarem para as ONGs (Organizações Não Governamentais) voltadas para o resgate de animais e não conseguirem que fossem socorrer o animal. 

O CCZ informou que o médico veterinário do local analisou a situação do cachorro como crítica, pois apresenta hemorragia interna e fraturas no corpo, porém não tem como dar um diagnóstico preciso porque não há aparelho de exames no local, como o de raios X.


Em caso de animais atropelados que eles resgatam, o centro espera pelo proprietário para buscá-lo e que responde um procedimento por deixar o animal na rua. Além disso, eles são liberados tanto para o proprietário e em algumas situações para quem queira adotar, no caso da omissão do dono.


Eutanásia


O CCZ realiza a eutanásia em animais que estão em casos irreversíveis de um acidente ou mesmo para aqueles que tiveram o laudo confirmado para a leishmaniose.

Jornal Midiamax