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Caso de criança que teria morrido por falta de socorro do Samu revolta e será investigado

O caso do menino Heber Romero, de 8 anos, que teria chegado morto ao Centro Regional de Saúde do Bairro Tiradentes, na madrugada desta sexta-feira, causou revolta em quem acompanhou o caso e deverá ser investigado pela Secretaria de Saúde. O secretário municipal de Saúde, Ivandro Correa Fonseca, determinou que a gravação do pedido de […]

Arquivo Publicado em 07/03/2014, às 14h48

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O caso do menino Heber Romero, de 8 anos, que teria chegado morto ao Centro Regional de Saúde do Bairro Tiradentes, na madrugada desta sexta-feira, causou revolta em quem acompanhou o caso e deverá ser investigado pela Secretaria de Saúde.

O secretário municipal de Saúde, Ivandro Correa Fonseca, determinou que a gravação do pedido de atendimento do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) seja decupada (transcrita) para saber se houve mesmo alguma falha.

De acordo com familiares, Heber havia sofrido entorse de joelho quando brincava com os irmãos em casa. A mãe resolveu medicar o garoto e deu parte de um relaxante muscular. O menino teria sofrido uma reação alérgica e o caso se complicou pela madrugada, quando foi solicitado o atendimento do Samu.

Depois de receber a negativa de atendimento a família, que mora no Jardim Panorama, providenciou o transporte da criança para o Centro de Saúde do Tiradentes.

Quando o tio que conduziu o carro chegou ao posto, a criança já estava morta. Algumas pessoas que estavam no local e que preferiram não se identificar afirmaram que o desespero foi total.

“Minha esposa estava esperando atendimento na hora que o tio chegou com o menino dentro do carro.Quando ele soube que o garoto estava morto se desesperou e disse que tinham ligado para o Samu e que eles negaram atendimento. Disseram também que só tem três ambulâncias funcionando e que o caso dele não era grave”, afirmou um pedreiro de 45 anos de idade.

Jornal Midiamax