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Campo Grande selvagem: mulher ‘flagra’ cobra no carro e pede socorro para bombeiros

Uma condutora levou um susto ao sair com o carro na manhã desta quinta-feira (11), no Jardim São Conrado, em Campo Grande. A mulher, identificada apenas como Débora, encontrou uma cobra de 1,20 metro escondida no veículo. Assustada, a motorista seguiu com o animal para o Corpo de Bombeiros do Quartel Tijuca. Segundo o sargento […]

Arquivo Publicado em 11/09/2014, às 19h15

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Uma condutora levou um susto ao sair com o carro na manhã desta quinta-feira (11), no Jardim São Conrado, em Campo Grande. A mulher, identificada apenas como Débora, encontrou uma cobra de 1,20 metro escondida no veículo. Assustada, a motorista seguiu com o animal para o Corpo de Bombeiros do Quartel Tijuca.

Segundo o sargento Walter Silva, Débora chegou assustada e disse que o animal estava na roda do veículo. “Estranhei porque imaginei que se ela estivesse mesmo na roda, teria sido esmagada com o carro em movimento. Peguei um cabo de vassoura, cutuquei e não percebi nada, mas depois quando olhei melhor, vi que ela caiu do amortecedor e saiu rastejando”, relatou.

O resgate pouco comum contou com a colaboração de outros três militares. O sargento Ronilson e os cabos R Lima e Cézar Soares ajudaram no resgate do animal que foi colocado em um cesto até que a PMA (Polícia Militar Ambiental) chegasse ao local.

Segundo os bombeiros, até a chegada da PMA a cobra, que demonstrou ser bastante arisca, foi servida com dois ratos. “Alimentamos bem para que ela ficasse mais mansa”, disse o sargento Silva. O cabo G. Ferreira, da PMA afirmou que não é comum encontrar animais silvestres em área urbana, no entanto, ressaltou que o tempo seco e as queimadas podem proporcionar essas situações. “Os bichos procuram um lugar para fugir das queimadas, do tempo seco e se refrescarem, por isso acabam indo até mesmo para residências”, explicou.

O animal foi levado para o Cras (Centro de Reabilitação de Animais). Até o momento, não se sabe se a cobra, que não teve a espécie confirmada, era venenosa.


Jornal Midiamax