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Caça britânico voa usando componentes feitos em impressora 3D

A BAE Systems, companhia britânica de tecnologia militar e aeronáutica, anunciou ter realizado no mês passado o primeiro voo de caça usando partes que haviam sido confeccionadas em impressoras 3D. O emprego da tecnologia pode significar uma economia de 1,2 milhão de libras esterlinas (R$ 4,7 milhões) ao longo dos próximos quatro anos, diz a […]

Arquivo Publicado em 06/01/2014, às 12h57

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A BAE Systems, companhia britânica de tecnologia militar e aeronáutica, anunciou ter realizado no mês passado o primeiro voo de caça usando partes que haviam sido confeccionadas em impressoras 3D.


O emprego da tecnologia pode significar uma economia de 1,2 milhão de libras esterlinas (R$ 4,7 milhões) ao longo dos próximos quatro anos, diz a companhia.


Entre os componentes feitos por meio da técnica, estava capas protetoras para o comunicador de rádio do piloto e uma alavanca de partida. Algumas das partes, segundo o jornal “Guardian”, custaram menos de 100 libras esterlinas (R$ 390) para serem feitas.


“Você, de repente, não está mais engessado em termos de onde você precisa produzir essas coisas”, disse à publicação inglesa Mike Murray, chefe de integração de partes aéreas na BAE Systems. “Você pode criá-las na base que quiser –dado que consiga uma máquina [de impressão 3D] lá–, o que significa que você pode apoiar outros tipos de segmento, como naval e porta-aviões.”


“E, se for possível levar máquinas ao front [de batalha], isso também poderia incrementar possibilidades [tecnológicas] onde não poderíamos ter qualquer tipo de apoio de produção”, disse.

Jornal Midiamax