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Bebê é mordida em creche particular pela segunda vez e mãe denuncia caso no Facebook

Em dois dias, a imagem de uma bebê de 10 meses com diversas mordidas pelo corpo foi compartilhada por mais de mil pessoas. O caso aconteceu em uma creche particular localizada na Avenida dos Cafezais, no bairro Jardim Centro Oeste, em Campo Grande. De acordo com a mãe da menina, a auxiliar administrativo Raquel Guimarães, […]

Arquivo Publicado em 03/03/2014, às 19h12

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Em dois dias, a imagem de uma bebê de 10 meses com diversas mordidas pelo corpo foi compartilhada por mais de mil pessoas. O caso aconteceu em uma creche particular localizada na Avenida dos Cafezais, no bairro Jardim Centro Oeste, em Campo Grande. De acordo com a mãe da menina, a auxiliar administrativo Raquel Guimarães, é a segunda vez que filha volta para casa com marcas de mordida.

“Da primeira vez, falaram que uma criança de um ano e meio estava brincando a mordeu. Dessa vez, eles [escola] entregaram ela para gente dizendo que estava tudo bem, mas o pai quando foi buscar fez uma checagem como de costume, para ver se estava tudo bem e viu as mordidas”, diz.
O segundo caso aconteceu na última sexta-feira (28), e o primeiro, há cerca de 15 dias. Segundo a mãe, após o segundo episódio, foi registrado um boletim de ocorrência por lesão corporal, será feito um exame de corpo de delito na próxima quarta-feira a bebê será retirada da creche.

Conforme Raquel, até os casos de mordidas, não havia nenhum problema relacionado à escola. “Aparentemente estavam cuidando bem da minha filha. Ela não chorava quando entrava na escola”, diz.

A mãe cobra uma posição da escola, pois da primeira vez, foi informada que havia feito uma ata com a mãe da criança que mordeu a bebê. Da segunda vez, a escola disse não saber como ocorreram as mordidas.

 “Não quero processar ninguém e sim, proteger a minha filha, que a escola passe uma vistoria. Morder, a gente sabe que pode acontecer, pois são crianças em fase de desenvolvimento, mas a escola não informar o que aconteceu”, afirma.

O Midiamax tentou entrar em contato com a escola por meio de dois telefones celulares disponíveis no anúncio da escola, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

Jornal Midiamax