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Atendendo 120 crianças, associação organiza bazar para fechar as contas de inicio de ano

A Associação Camille Flammarion, que atende 117 crianças entre um e quinze anos, em dois projetos sócio-educativos, prepara um super bazar de produtos apreendidos pela Receita Federal. Mantas, cobertas, vídeo game, rádio para carro, adaptador usb, carregador universal, câmera fotográfica, telefone celular, vestuário, brinquedos e maquiagem são alguns dos produtos que estarão a v...

Arquivo Publicado em 26/02/2014, às 18h39

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A Associação Camille Flammarion, que atende 117 crianças entre um e quinze anos, em dois projetos sócio-educativos, prepara um super bazar de produtos apreendidos pela Receita Federal. Mantas, cobertas, vídeo game, rádio para carro, adaptador usb, carregador universal, câmera fotográfica, telefone celular, vestuário, brinquedos e maquiagem são alguns dos produtos que estarão a venda.

O bazar vai ser no sábado (8), das 9h às 12h, na sede da associação, localizada na rua Pasteur, 1.451 – bairro Piratininga. O pagamento será apenas em dinheiro ou em cartão de débito.

Todos os produtos estarão abaixo do preço de mercado e são novos. Presidente da associação, Gervásio Träsel, de 61 anos, esclarece que todo o dinheiro arrecadado do bazar vai ser usado para fechar as contas deste inicio de ano.

Ele explica que os convênios com a prefeitura e com o governo de Estado terminaram no fim do ano passado e até agora não foram renovados. Por isso, o bazar vem em excelente hora. “Os convênios ainda não foram renovados e a gente vem ano passado sem caixa. É 13⁰, férias coletivas. As contas não fecham”, explica.

A entidade que existe há 20 anos atende 72 crianças no Ceinf (Centro de Educação Infantil) e mais 45 no projeto sócio-educativo, onde crianças entre seis e 15 anos ficam meio período no local participando de atividades recreativas, lúdicas e esportivas.

“Quem estuda de manhã pode participar à tarde, das 13h às 17h, e quem estuda à tarde, de manhã, das 7h às 11h. No projeto as crianças brincam, fazem karatê, atividades artísticas. É um complemento à escola”, explica Gervásio.

Thiago da Luz, de 11 anos, está há três no projeto e é louco por karatê. O garoto que está no sétimo ano conta que as atividades realizadas ali são fundamentais para seu desenvolvimento escolar. “Ajuda muito. Só tiro nota boa” conta.

Sobre o que mais gosta não esconde: karatê, diz com sorriso nos lábios.

Quem também gosta muita das atividades é Yasmim Kanashiro Barros, de 11 anos. desde os seis no projeto ele diz que adora as atividades e que sua preferência são pelas de arte. “Adoro pintar, desenhar”, revela.

Para participar do projeto as crianças precisam apenas estar devidamente matriculadas na escola e com o cartão de vacinação em dia. Gervásio conta que qualquer um que atenda esses requisitos pode participar, mas eles dão preferência para quem mora perto da associação.

Jornal Midiamax